Exclusivo! Renato Góes fala de A Lei do Amor e da saudade de Domingos Montagner

Depois de Velho Chico, Renato Góes se prepara para viver Gustavo, em A Lei do Amor. Mas não esquece a amizade com Domingos Montagner.

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Renato Góes será Gustavo, em A Lei do Amor Foto: César Alves/Globo

por Redação Alto Astral
Publicado em 10/10/2016 às 12:26
Atualizado às 20:52

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Depois de brilhar como o Santo, na primeira fase de Velho Chico, Renato Góes se prepara para viver em A Lei do Amor um personagem misterioso, que vai se apaixonar por Salete, interpretada por Claudia Raia. O ator deve estrear na novela das nove por volta do capítulo 50, apenas no final de novembro, mas ele já está pronto para deixar suas fãs caidinhas pelo Gustavo, seja por seus segredos ou por sua beleza, que Renato garante, é comum. Em entrevista exclusiva para a Guia da TV, Renato falou sobre o novo trabalho, a ligação com Domingos Montagner e o título de galã.

Renato Góes vive Gustavo em A Lei do Amor

Renato Góes será Gustavo, em A Lei do Amor Foto: César Alves/Globo

Gustavo, o mistério de A Lei do Amor

Para Renato Góes, Gustavo, seu novo personagem, ainda é um mistério. “E esse é o grande barato. Eu não sei muito dele. O que eu sei é que o nome dele é Gustavo e ele pode ter um envolvimento com a Salete, personagem da Cláudia Raia. Mas como ele entra depois na trama, tudo pode mudar. O legal mesmo vai ser esse mistério em torno dele, que depois que todos ficarem sabendo vão gostar”, afirmou em entrevista exclusiva para a revista Guia da TV. Renato diz que conhecer o personagem aos poucos, junto com o telespectador dá mais ânimo,m as ele  imagina que o Gustavo pode ser, sim, um vilão. “Eu fico imaginando o que poderia ser. E ser um vilão é algo que ele poder ser, sim, primeiro por conta desse mistério. Só que esse mistério não significa uma vilania, eu que fico aqui pensando. Mas é tudo uma incógnita, né?”

A parceria com Domingos Montagner

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Renato Góes lembra a amizade com Domingos Montagner Foto: Reprodução

Ao falar da amizade com Domingos Montagner, Renato se emociona e afirma que, a partir de agora, vai trabalhar sempre pensando no parceiro de trabalho e vida. “Nós éramos muito próximos. Eu fiz com ele Cordel Encantado e ele me recebeu superbem. Depois, fizemos Joia Rara e aí a gente ficou muito mais amigo. A forma como ele sempre brincou comigo fez com que a gente ficasse muito próximo. E quando a gente descobriu que ia dividir o personagem Santo, em Velho Chico, foi muito legal! A gente se chamava de meu Dru (‘Meu Drupo), por que ele tinha um palhaço que tinha o nome de Drupo, que fazia brincadeira com a palavra duplo, e isso foi uma coisa que deixou a gente ainda mais conectado. Nós trocávamos experiências, então, em Velho Chico, foi uma troca muito intensa, muito forte. Esse é um personagem que eu vou levar para sempre na vida, e vai estar para sempre muito forte comigo e tudo que fizer daqui pra frente, vou fazer com um pedaço dele, do Domingos, eu vou fazer por mim e por ele! A partir daqui, não espero só responder por mim, mas por ele também. Espero que seja possível.”

Renato Góes – um novo galã

Renato é lindo e fica ainda mais bonito pela sensibilidade e responsabilidade que assume ao dar uma entrevista ou falar com os fãs. Porém, na sua opinião, ele não é um galã, apenas um ator que se entrega ao personagem de corpo e alma. “Não sou galã, de jeito nenhum. De todos os personagens que eu fiz, sempre foi o mesmo Renato, com o mesmo rosto e o mesmo corpo, e não tinham nada de galã. O galã nada mais é que um personagem. E se o Santo precisava desse estereótipo que fez dele um galã, um herói, um guerreiro, eu acho que nada mais é do que o fruto de uma boa construção. Eu não sou um galã, o Santo era”, diz. Ao ser questionado se ele se acha bonito, Renato se diz normal. “Eu não tenho nada de diferente como outros caras que são unanimidades em relação a beleza. Talvez se eu tirar a barba e deixar o cabelo grande, umas pessoas não vão gostar, se deixar o cabelo curto e com barba, outras não gostem. São formas de agradar, eu sei que sou um corpo em mutação por eu ser um. Eu acho assim, no caso do Santo, a coisa do galã nada mais era que algo do personagem. E eu posso conquistar essa característica para outros personagens, se forem necessários”

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