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Leandra Leal publica foto de beijo em Mariana Ximenes em protesto à homofobia

A atriz aderiu ao beijo contra a homofobia, proposto pela campanha #Kiss4LGBTQRights, entenda os protestos e veja beijos de outros famosos

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Leandra Leal publicou em seu Instagram uma foto em que beija a atriz Mariana Ximenes em protesto contra a homofobia

por Wanessa Bighetti
Publicado em 09/05/2017 às 10:29
Atualizado às 13:58

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Leandra Leal publicou em seu Instagram uma foto beijando a também atriz Mariana Ximenes em adesão à campanha #Kiss4LGBTQRights, que propõe que as pessoas deem um beijo contra a homofobia em protesto contra os casos de agressão a homossexuais ocorridos na Chechênia. O beijo entre Leandra e Mariana é uma cena do filme O Uivo da Gaita, de 2013.

“No dia do silêncio, HOLOFOTES contra quem tenta silenciar o amor! Sejamos nós, o país que mais mata LGBT no mundo, ou o governo russo, que tenta calar com prisões, campos de concentração e tortura física e psicológica. Não se cale! Poste você também um beijo e marque o Kremlin na localização do Instagram com as hashtags da campanha. O amor é livre! #NãoSilencieOAmor#Kiss4LGBTQRights Nessa foto do filme O Uivo da Gaita, estou com a @marixioficial, minha amiga incriveland.”, publicou Leandra.

Veja outros famosos que já se manifestaram e deram um beijo contra a homofobia:

#Kiss4LGBTQRights

A campanha #Kiss4LGBTQRights surgiu por conta das frequentes denúncias de agressão contra homossexuais tendo como palco a Chechênia, território onde o relacionamento com pessoas do mesmo sexo não é aceito pela lei e, portanto, motivo de punição.

Tudo começou quando o jornal Novaya Gazeta publicou uma denuncia que dava conta de que mais de 100 homens gays foram presos pelas autoridades chechenas nos últimos dias e desapareceram. Há especulações de que tenham sido enviados para campos de concentração. Somado a isso, a agência francesa France 24 denunciou que as famílias chechenas estão sendo coagidas pela polícia local a matar seus familiares gays.

O porta voz do governo, Alvi Karimov, concedeu uma entrevista negando as informações destes órgãos da imprensa, mas com base em uma informação que transparecia preconceito, fato que reforçou os protestos. “Não se pode deter ou perseguir quem simplesmente não existe na república. Se tivesse gente assim na Chechênia, os órgãos de segurança não teriam que se preocupar com eles, já que seus familiares os enviariam a um lugar de onde nunca pudessem retornar”, disse.

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