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Conheça algumas famosas que superaram a depressão

Enquanto alguns se entregam ao mal do século, outros aproveitam o momento para darem a volta por cima! Veja artistas que venceram a depressão

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Um outro exemplo é da cantora Amy Winehouse. A inglesa, que morreu vítima de overdose em 2011, escreveu canções de seu álbum de estreia durante uma crise de depressão. (Foto: Divulgação)

por Redação Alto Astral
Publicado em 23/11/2016 às 12:57
Atualizado às 14:23

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Enquanto alguns ficam deitados na cama, tristes, chorando e sem ânimo para nada, outros conseguem aproveitar o momento de dor para ter uma grande ideia e mudar de vida. Duvida que isso seja mesmo possível de acontecer quando se está com depressão? Pois bem, foi exatamente isso o que Joanne Kathleen Rowling, a autora da série Harry Potter fez. Depois de se divorciar do marido, perder emprego e ter que criar sua filha completamente sozinha, Rowling foi à luta. Largou os dias de sombra e deu vida a um dos personagens mais famosos de todos os tempos. Mas nem tudo foi tão fácil assim. Até conseguir publicar sua obra, J.K. Rowling percorreu diversas livrarias e ouviu uma infinidade de ‘nãos’, o que quase colaborou para que ela voltasse ao fundo do poço.

Conheça algumas famosas que superaram a depressão

Foto: Divulgação

Um outro exemplo é da cantora Amy Winehouse. A inglesa, que morreu vítima de overdose em 2011, escreveu canções de seu álbum de estreia durante uma crise de depressão. Ao se separar do então namorado, Amy passou dias chorando no chão de sua casa, sofrendo a dor daquele amor. Mas dizem que foi nesse período que a cantora compôs as principais músicas de seu primeiro trabalho, aclamado pela crítica e pelo público.

Adele, outra cantora inglesa, também compôs músicas de seu álbum de estreia sobre os sentimentos de tristeza que a rondavam após o término no namoro.

Principais sintomas

Fique de olho e verifique se é necessária a ajuda de um profissional especializado.

  • Abatimento físico ou moral;
  • Tristeza;
  • Desolação;
  • Perda de interesse;
  • Perda de amor próprio;
  • Insônia;
  • Fadiga;
  • Falta de apetite;
  • Falta de concentração;
  • Sensação de fraqueza;
  • Redução do interesse sexual;
  • Diminuição na capacidade de raciocinar adequadamente;
  • Retraimento social;
  • Pensamentos suicidas;
  • Prejuízo funcional significativo (como faltar muito ao trabalho ou piorar o desempenho escolar).

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Consultoria: Amanda Paiva, psicóloga.

Texto e entrevista: Amanda Araújo/Colaboradora.