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Transtornos mentais: conheça 3 tipos raros, mas muito curiosos!

Transtornos como bipolaridade e esquizofrenia são mais comuns; outros, são menos conhecidas, mas possuem características peculiares. Confira!

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Foto Shuttestock.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 15/09/2016 às 23:20
Atualizado às 20:57

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Transtornos como bipolaridade e esquizofrenia são mais comuns; outros, são menos conhecidas, mas possuem características peculiares. Confira!

Mulher, morena, cabelo curto, blusa colorida, espelho, passando batom

Foto Shuttestock.com

Narcisismo ou megalomania

A megalomania é caracterizada por ilusões de enorme poder, relevância, onipotência e autoestima exagerada. No entanto, o termo não é encontrado no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, sendo considerado um sinônimo para Transtorno de Personalidade Narcisista. Fazendo referência à Narciso, herói da mitologia grega (famoso por sua beleza e orgulho que, de tão arrogante, recebeu uma maldição da deusa Némesis e se apaixonou pelo seu próprio reflexo na água), quem sofre deste transtorno apresenta preocupação obsessiva com a maneira como os outros o veem e com aspectos que influenciam sua imagem.

Síndrome de capgras

Os indivíduos que têm esse transtorno acreditam que algum conhecido próximo (como familiares, amigos ou parceiros) foi substituído por um impostor idêntico. É claro que não passa de uma ilusão, mas tal crença pode fazer muito mal ao paciente, se não receber o tratamento adequado. A síndrome foi identificada pela primeira vez em 1923, pelo psiquiatra francês Joseph Capgras (daí o nome da síndrome) e acredita-se que ela tenha a mesma origem do Delírio de Cotard, que também resulta da desconexão entre as áreas do cérebro que reconhecem faces e regiões que associam emoções a esta identificação. O desligamento é responsável por provocar o sentimento que o rosto avistado não pertence à pessoa correta.

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Síndrome de Cotard

Também conhecido como síndrome do Cadáver Ambulante ou Delírio de Negação, o transtorno faz com que o indivíduo ache que está morto, seja no sentido concreto ou abstrato. Por exemplo, pode pensar que está sem sangue, com os órgãos apodrecendo dentro do corpo, chegando a negar sua própria existência e de outros ao seu redor em casos mais graves. A síndrome pode estar ligada às mesmas áreas do cérebro que são afetadas pela esquizofrenia, bipolaridade e depressão.

Texto Natália Negretti