Transtornos de aprendizagem: como identificar?

Descubra como identificar os sinais de que uma criança pode possuir algum dos transtornos de aprendizagem mais comuns da fase escolar

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FOTO: Shutterstock.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 04/10/2016 às 14:52
Atualizado às 11:41

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Aprender, por si só, já é algo que exige capacidades mentais de todo mundo. Dedicação, esforço, atenção, foco, disciplina… Do mesmo modo, também é supernormal encararmos certa dificuldade na hora de tentar dominar algum assunto ou técnica. O problema começa quando isso se torna um obstáculo intransponível. Aí, estamos diante de transtornos de aprendizagem.

Transtornos de aprendizagem: como identificar?

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Da dificuldade aos transtornos de aprendizagem: diferenças

Falhas na aprendizagem acontecem. Um dos principais motivos diz respeito ao próprio local de estudos: é muito difícil aprender num ambiente barulhento, por exemplo.

“Quando a gente fala de dificuldade, trata-se de algo ambiental, como na situação hipotética de uma criança ter uma baixa visão. Com isso, ela vai ter problemas nas questões visuais dentro da escola”, exemplifica a psicopedagoga e fonoaudióloga Sheila Leal. Ou seja, complicações pontuais como essas podem ser diretamente trabalhadas e resolvidas.

Porém, como complementa a também fonoaudióloga Lílian Kuhn, “se a criança foi exposta suficientemente a um conteúdo, se há condições ambientais adequadas de ensino, se não existem fatores antecedentes — como alterações neurológicas, comportamentais, auditivas, etc — e, mesmo assim, ela apresenta dificuldade para reproduzir tal conteúdo pedagógico, é hora de começar a investigar clinicamente”.
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Texto e entrevistas: Victor Santos

Consultorias: Clay Brites, pesquisador e doutorando do Laboratório de Dificuldades e Distúrbios da Aprendizagem e Transtornos de Atenção (Disapre) na Unicamp e professor do curso de pós-graduação de neuropsicologia aplicada à neurologia Infantil na mesma instituição; Cristiane M. Maluf Martin, psicanalista; Cristianne Vilaça, psicóloga junguiana; Lílian Kuhn, fonoaudióloga da clínica Fono&Com, em São Paulo (SP); Sheila Leal, psicopedagoga e fonoaudióloga, com especialização em dislexia.

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