ESTILO DE VIDA

Entenda como trabalhar as memórias para ser mais feliz!

Quando sabemos que as memórias influenciam a felicidade, podemos focar em ressignificar as lembranças ruins e criar lembranças mais satisfatórias.

None
Foto: IStock/Getty Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 16/01/2017 às 06:32
Atualizado às 17:02

COMPARTILHEShare to WhatsappShare to FacebookShare to LinkedinShare to TwitterShare to Pinteres

Quando sabemos que memórias felizes influenciam a felicidade, temos duas perspectivas para persegui-la. A primeira é focar em criar memórias mais felizes, que tem a ver com planejamento de realização de objetivos e busca por ações que possam trazer algum tipo de satisfação. Outra forma de se tornar mais feliz é encarando de frente as memórias ruins e dando um novo significado ao sofrimento.

As memórias podem receber novas informações e se modificarem com o passar do tempo. Um bom exemplo é quando uma pessoa está descontente com seu trabalho e decide pedir demissão. Essa memória poderia ser muito dolorosa, pois tem gatilhos emocionais que podem estar baseados em ansiedade, estresse e medo. No entanto, se logo depois ela encontrar uma ótima oportunidade na carreira, isso pode se transformar em uma memória boa, que traz um sentimento bom de superação e alívio.

mulheres, felizes, abraço, memórias

Foto: IStock/Getty Images

A boa notícia é que, mesmo quando a história não tem um final tão feliz, é possível mudar o significado que ela tem na nossa mente. E o melhor caminho para conseguir esse efeito é no divã: a terapia psicológica é uma das melhores, senão a melhor, forma de dar uma nova interpretação aos fatos que estão no passado, como explica a psicóloga Gabriela Cosendey: “através do processo analítico é possível acessar os significados que o paciente atribui às suas lembranças, bem como os afetos a eles relacionados e promover a ressignificação dos mesmos”.

Esse processo também pode ser feito por meio de psicanálise, explica Gabriela, que ocorre através da associação livre: o paciente fala o que lhe vem à mente, até que as informações do seu inconsciente apareçam. Tanto a terapia comportamental como a psicanalítica são eficientes na ressignificação dememórias, inclusive nos casos de traumas que foram bloqueados e são de difícil acesso no cérebro: “As lembranças traumáticas vêm à tona e são tratadas através de um processo de elaboração, objetivando remover o sintoma e o sofrimento”, complementa a psicóloga.

LEIA TAMBÉM

Texto: Redação Edição: Angelo Matilha Cherubini