ESTILO DE VIDA

Entenda algumas técnicas eficientes de memorização!

Para você não esquecer mais de coisas importantes, o Portal Alto Astral separou algumas técnicas de memorização para tentar no dia a dia.

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Foto: A Health Blog via Visual Hunt

por Redação Alto Astral
Publicado em 20/01/2017 às 08:32
Atualizado às 17:23

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Dentre as técnicas importantes para tornar o aprendizado mais eficiente, uma delas é o indivíduo acreditar que é capaz de gravar os dados e compreendê-los. O médico Marcelo Katayama explica que dificuldades na infância, por exemplo, podem desencadear experiências traumáticas em que a pessoa acredita que não é capaz de aprender.

“Diante de novos desafios, esse pensamento gera na pessoa um desestímulo a aprender e memorizar. Ao mudar essa crença, libera-se um enorme potencial que estava sendo suprimido pela ideia limitante”, explica o médico. Feito isso, é importante lembrar que o estado da mente pré-estudo é importantíssimo. A treinadora de programação neurolinguística, Telma Nogueira explica que o foco ajuda a adquirir novas memórias, por isso, “estar 100% presente no momento da leitura” é indispensável, assim como evitar pensamentos distrativos.

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Foto: A Health Blog via Visual Hunt

O Portal Alto Astral separou algumas técnicas de memorização para você tentar no dia a dia:

Repetição

• A primeira forma, muito utilizada na escola, é a repetição. Quando uma memória de trabalho simples, como por exemplo, 2×2=4, aparece diversas vezes, o cérebro reconhece aquela informação como importante e registra– -a como memória de longo prazo, evitando o esquecimento. “Para memorizar informações para uma prova, por exemplo, fazer resumos e elaborar mapas mentais faz com que utilizemos o processo da repetição ampliando nossa compreensão e fortalecendo algumas associações”, explica Katayama.

Associação

• Outra boa técnica para gravar algo importante é pelo processo de associação. Uma das formas de uma memória se tornar de longo prazo é ligá-la a memórias pré-existentes, especialmente se houver uma carga emocional na memória. Telma Nogueira conta que uma forma de fazer isso é criando associações exageradas às informações que se deseja lembrar: “Por exemplo, pensar em uma xícara de café dançando lambada para lembrar o nome da pessoa que tomará café com você mais tarde e começa com X, Dona Ximena”.

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Texto: Redação Edição: Angelo Matilha Cherubini

Consultorias: Marcelo Katayama, médico e cirurgião; Telma Nogueira, treinadora em programação neurolinguística.