ESTILO DE VIDA

Saiba mais sobre a raça Pequinês, o cãozinho ciumento

Conheça a história e os detalhes da raça Pequinês. Um cãozinho pra lá de ciumento e teimoso, mas muito fiel e companheiro

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FOTO: Reprodução/Pixabay

por Redação Alto Astral
Publicado em 29/11/2016 às 06:32
Atualizado às 15:21

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Este sujeito é demasiadamente apegado ao dono e ciumento ao extremo. Faz o tipo “é meu e ninguém toca” mas, de certo modo, é um excelente cão de companhia, leal e obediente. Perfeito para apartamentos e locais com espaços pequenos. Sua origem ainda é desconhecida e tudo que se sabe é baseado em uma lenda chinesa que fala do amor de uma macaca por um leão, que desesperado de amor foi pedir orientação ao deus Hai Ho, que o transformou em um animal menor possibilitando-o viver sua paixão. Desse amor, nasceu o cãozinho, com a doçura, inteligência e o tamanho da mãe e a bravura e coragem do pai.

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FOTO: Reprodução/Pixabay

Origem – China (Pequim)
Pedrigree – Cão ancestral aperfeiçoado na China. Passou por seleções nas mãos de nobres ingleses.
Utilização – Companhia
Características – O pequinês é um cãozinho de olhos grandes e escuros; sua altura média varia entre 15 e 22cm e pesa entre 2 e 7kg. As cores mais comuns da raça são o preto, castanho vermelhado, marrom ou mesclado. Possui pelos longos e abundantes e sua cauda e orelhas são marcadas por franjas

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FOTO: Reprodução/Pixabay

Comportamento – O pequinês é um cão ciumento e teimoso e, caso não haja um treinamento de socialização, pode apresentar momentos de agressividade com pessoas e outros cães estranhos a seu convívio. Destaca-se pela fidelidade dispensada aos donos, sentindo a necessidade de sempre lhes dar proteção e companhia.
Cuidados especiais – Cuidados com os olhos para retirar o aumento de secreção (remela). A limpeza pode ser feita com soro fisiológico estéril.
Problemas com a saúde comuns a esta raça – Pouca resistência ao calor, problemas oftalmológicos e na coluna. Problemas cardíacos podem acontecer nos animais mais velhos. É preciso um cuidado na hora de pegar o animal, pois seus olhos podem saltar das órbitas se a pele do pescoço for puxada com força.

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Texto: Redação Edição: Ana Beatriz Garcia