Saiba mais sobre a depressão pós-parto

Conheça a depressão pós-parto que, em sua forma mais branda, pode atingir até 50% das mulheres que acabaram de dar à luz.

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FOTO: Shutterstock.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 31/08/2016 às 11:14
Atualizado às 13:13

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Conheça a depressão pós-parto que, em sua forma mais branda, pode atingir até 50% das mulheres que acabaram de dar à luz:

Conheça a depressão pós-parto

Expectativa

Todas as grávidas anseiam pelo dia da chegada da sua criança com muita alegria. Mas, depois de alguns dias, o sentimento de felicidade pode ser tomado por uma grande tristeza, insegurança e ansiedade. Esses são sinais característicos da depressão pós-parto, transtorno que pode atingir até 50% das mulheres que se tornam mães. Uma das manifestações da doença é chamada pelos norte-americanos de “Blues Postpartum” e a outra é a depressão pós-parto propriamente dita.

Choro fácil

A “Blues Postpartum” atinge uma média de 50% das mulheres e se inicia nos primeiros dias após o nascimento do bebê, podendo se estender por poucas semanas após a sua manifestação. Segundo a psicóloga Janusa Lage, esse é um tipo muito comum e acontece devido a vários fatores. “Os motivos psicológicos são os sentimentos novos e conflituosos da mulher em relação à maternidade. Ela se sente insegura e se questiona sobre sua capacidade materna. Já os biológicos estão relacionados às variações hormonais”, explica. As mulheres que apresentam esse transtorno demonstram dificuldades em cuidar do bebê e choram com facilidade. Mas esses sintomas costumam ceder espontaneamente, logo, não é necessária a introdução de medicamentos.

Conheça a depressão pós-parto

Intensa e profunda

a depressão pós-parto propriamente dita se manifesta, geralmente, nos três primeiros meses após o nascimento do bebê. Ela aparece em cerca de 10% das mulheres e é intensa e duradoura. De acordo com a psicóloga Luana Souto, a mulher se sente muito triste por longos períodos, sofre de distúrbios do sono, modificação do apetite, e perda de motivação pela vida. “Neste caso é necessária a avaliação de um psiquiatra para a introdução de medicamentos antidepressivos e de acompanhamento psicológico como formas de tratamento”, afirma a psicóloga Luana Souto.

Consultoria: Janusa Lage e Luana Souto, psicólogas.

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