ESTILO DE VIDA

Filhos: a inteligência emocional pode ajudar na educação

Nem sempre a relação com os filhos ocorre como se queria. Pois saiba que trabalhar sua inteligência emocional pode ajudar nessa tarefa. Veja como!

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FOTO: Shutterstock Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 15/09/2016 às 19:22
Atualizado às 13:18

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Entender a singularidade do outro também é pré-requisito para que pais e filhos se entendam melhor. “O primeiro ponto a se destacar quando se fala em inteligência emocional dos pais é perceber que os filhos não são cópias deles”, lembra a coach e professora Dolores Affonso. A profissional prossegue: “Não serão como eles e não serão o que eles querem que sejam. Afinal, são pessoas. São únicas e possuem seus próprios sonhos, desejos e necessidades.

Diante disso, os pais precisam repensar sua forma de se relacionar com os filhos, como os motivam, como os ensinam, como aprendem com eles e como convivem dentro e fora de casa. Saber lidar com as emoções, não se descontrolar e nem gritar ou agredir física, psicológica e emocionalmente requer muita inteligência emocional”.

pais e filhos - inteligência emocional

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Quando os pais se propõem a desenvolverem a inteligência emocional em si próprios, trata-se do primeiro passo para criarem filhos que sigam pelo mesmo caminho. Crianças emocionalmente inteligentes não apenas são mais sociáveis, como ainda assimilam melhor aquilo que estudam e tornam-se mais capazes de solucionar os problemas que a vida traz.Mostram menos comportamentos birrentos diante de um não – ainda que chorem ou façam pirraça vez ou outra (vale lembrar que ninguém é perfeito).

Eventuais tropeços na vida escolar são situações propícias para se mostrar aos filhos os melhores caminhos a seguir no futuro e não apenas partir para a bronca: “Ignorar ou banalizar as apreensões, desejos e emoções dos filhos não é a solução.

Impor sua vontade também não é a melhor resposta. Então, vale dizer: o caminho é o diálogo. Isso não significa compensações, premiações por ir à escola ou tirar boas notas, nem punições quando acontece o contrário. O X da questão é ajudar o filho a fazer uma escolha, a compreender sua própria situação e saber as consequências dessa escolha”, conclui Dolores.

Saiba mais!

Livros para entender a inteligência emocional

Como incentivar o interesse das crianças no aprendizado

Texto e entrevista: Marcelo Ricciardi/Colaborador – Edição: Giovane Rocha/Colaborador

Consultoria: Dolores Affonso, coach, palestrante e professora