Reflexoterapia: saiba o que é e veja os principais benefícios

Massagem nos pés e nas mãos pode ser feita pelo paciente para auxiliar na saúde do corpo

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por Redação Alto Astral
Publicado em 10/07/2013 às 19:34
Atualizado às 21:04

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Existente há mais de cinco mil anos, a reflexoterapia é uma técnica holística na qual o foco é o todo, pois ele é maior do que a simples soma das suas partes. Ela é aplicada por meio de massagem nos pés e nas mãos, podendo ser feita por um terapeuta ou pela própria pessoa. O fisioterapeuta Marcus Barros esclarece que o processo pode ser feito com o paciente reclinado, deitado ou em pé.

“Nosso corpo está equipado com mecanismos de autocura fantásticos, mas alguns se encontram bloqueados”, explica o especialista. A reflexoterapia auxilia esses mecanismos, pois compensa o bloqueio dos caminhos de energia vital, reduz o desgaste, acelera o trabalho de renovação do organismo e impulsiona o sistema imunológico.

O que e reflexoterapia

Foto: Shutterstock Images

A técnica é individual, sendo aplicada em um paciente de cada vez. É possível incluir a reflexoterapia na rotina, porém ela “exige concentração, conhecimento do mapa dos pés e das mãos e paciência para que se consiga bons resultados”, ressalta Marcus. Com domínio do método, é possível notar os reflexos no sistema endócrino, nervoso e nos demais órgãos.

Entre os benefícios da reflexoterapia estão:  relaxamento profundo, equilíbrio corporal, diminuição do estresse, melhora da qualidade do sono, diminuição da dor crônica e aguda, diminuição da ansiedade, melhora do humor, melhora das funções sexuais, otimização das funções intestinais, melhora da digestão e da prisão de ventre. “A técnica consiste em harmonizar o corpo”, completa o fisioterapeuta.

Não há restrição de idade para aplicação da reflexoterapia. Segundo Marcus, ela pode ser feita em bebês e idosos, basta “boa vontade e sensibilidade”. Quando passamos por alguma área dos pés e das mãos que estão com uma textura arenosa, como areia, é um sinal de que a região deve ser estimulada.

Marcus alerta que o ideal seria que a técnica fosse aplicada por um profissional qualificado, mas também pode ser feita pelo próprio paciente. “A pessoa precisa entender o método e estudá-lo”, afirma. Para isso, existem cursos de aperfeiçoamento e desenvolvimento da técnica.

Consultoria

Marcus Barros, fisioterapeuta

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