Psicólogo e psiquiatra: qual a diferença entre esses profissionais?

Você sabe a diferença entre psicólogo e psiquiatra? Descubra o trabalho que cada um deles realiza e a forma como atuam nos problemas mentais

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Foto: Shutterstock

por Redação Alto Astral
Publicado em 23/11/2016 às 12:55
Atualizado às 12:39

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Ambos são especialistas em oferecer um bem-estar mental aos pacientes, mas, cada um com a sua função. De um lado, o psicólogo age no comportamento humano e seus processos mentais e conscientes. De outro, o psiquiatra, que atua diretamente no diagnóstico e tratamento, principalmente, de doenças emocionais (como fobias), podendo ministrar fármacos. A seguir, entenda melhor sobre cada uma dessas funções.

Mulher, psicóloga, terapia, homem doente

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Psicólogo

O campo em que esse profissional pertence, o da psicologia, estuda fenômenos psíquicos e comportamentais do ser humano. Apesar de existirem diversas formas de atuação, a formação acadêmica exige algumas técnicas para realização dos tratamentos. “Elas se dão por meio da fala, do aconselhamento psicológico e de uma escuta apropriada por parte do profissional que, por sua vez, visa propiciar a expressão e a organização dos sentimentos do paciente que se encontra em sofrimento psíquico”, esclarece o psicólogo Caio Henrique Vianna Baptista.

Nesse processo não há prescrição de remédios, porém, alguns especialistas podem indicar tratamentos complementares para melhorar a qualidade de vida do paciente. Entretanto, não pense que é preciso de um problema grave para buscar auxílio desse profissional: o psicólogo dispõe de técnicas que auxiliam em situações de mudanças e desafios, terapia que, muitas vezes, ajuda na manutenção da saúde mental.

Psiquiatra

Neste caso é preciso de diploma de medicina e, só assim, uma opção pela área de psiquiatria – a chamada residência médica. Drusus Perez, professor de pós-graduação em Neurologia, dá exemplos de quando buscar auxílio psiquiátrico: “deve ser procurado para avaliação de doenças mais comuns na psiquiatria como depressão, ansiedade e dependência química.

Outras doenças afetivas com alterações comportamentais e que devem ser abordadas pelo psiquiatra são esquizofrenia, bulimia, transtorno obsessivo compulsivo ou bipolar”. Geralmente esses transtornos têm gravidade o suficiente para impactar a vida social da pessoa, levando a perda de produtividade e sofrimento. Por isso, é importante dizer que, principalmente nesses casos, o profissional pode receitar medicamentos.

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Texto: Redação Alto Astral