ESTILO DE VIDA

Pilates: criança também pode praticar!

O Pilates é uma prática que só traz benefícios à saúde. A técnica pode ser adotada também pelas crianças, pois ajuda na postura e no desenvolvimento dos pequenos

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Foto: Shutterstock Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 05/09/2016 às 20:21
Atualizado às 20:58

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Ficar o dia todo sentado assistindo à televisão ou jogando videogame são os hábitos mais comuns na infância de hoje. O que prejudica — e muito — a postura, podendo acarretar em problemas ortopédicos. É ai que o Pilates entra em ação.

“Com o uso das técnicas do Pilates original, adaptado a crianças e adolescentes, é possível colaborar na modificação postural, nos exercícios respiratórios e no aumento da coordenação motora e do equilíbrio, auxiliando na correção de enfermidades e no condicionamento físico geral”, explica o fisioterapeuta Eduardo Freitas da Rosa.

Quando começar?

A recomendação é clara: “o Pilates é indicado a partir dos sete anos de idade. Ele deve ser realizado individualmente, sendo que a periodicidade é definida pelo instrutor diante da avaliação do seu aluno. Os resultados são sentidos rapidamente; afinal, a velocidade de resposta da criança e do adolescente é muito maior que a do adulto”, pontua a fisioterapeuta Natalye Ferrari Soares.

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Para que os pequenos não sofram com lesões ou outros problemas, é preciso ter orientação de um profissional capacitado, que saberá avaliar a individualidade de cada um, aplicando a ele exercícios adequados. “A prescrição dos exercícios necessita de uma avaliação prévia de cada indivíduo”, completa Eduardo.

Além da prática do pilates, é necessária a mudança na alimentação e o auxílio de outros exercícios, como caminhada ou andar de bicicleta, pois, assim, as crianças poderão usufruir de um bem-estar completo.

Tem contraindicação?

Pelo contrário! “Não existem contraindicações e sim indicações para cada praticante de acordo com o nível de condicionamento, faixa etária e restrições de movimentos ou patologias. O importante é que o profissional que aplica o método tenha uma formação completa e seja capaz de adequar o trabalho para cada tipo de necessidade particular”, explica a educadora física Suely Tambalo.

Consultoria: Eduardo Freitas da Rosa e Natalye Ferrari Soares, fisioterapeutas; Suely Tambalo, educadora física