Perda de cabelo prematura: quem são os mais afetados?

Estudo feito na Alemanha apresentou dados que confirmam que os homens europeus são os que mais sofrem com perda de cabelo prematura. Entenda mais sobre!

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A calvície premtura afeta princiaplmente homens brancos e baixinhos Foto: Istock.com/Getty images

por Redação Alto Astral
Publicado em 10/03/2017 às 12:26
Atualizado às 13:35

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Uma pesquisa feita na Universidade de Bonn, na Alemanha, constatou que homens brancos e baixinhos de ascendência europeia possuem maior risco de terem calvície prematura.”Nossos dados indicam que alguns dos genes envolvidos na calvície estão associados, na média, com uma menor estatura”, explica a autora principal do estudo Stefanie Heilmann-Heimbach. Estudos anteriores mostraram que os homens calvos também são estatisticamente mais propensos a sofrer de doença cardíaca e câncer de próstata, embora o risco adicional seja pequeno. Além disso, o tamanho corporal reduzido e o início precoce da puberdade também estão ligado á perda de cabelo masculina.

fotos de um homem com pouco cabelo

A calvície prematura afeta principalmente homens brancos e baixinhos Foto: Istock.com/Getty images

Afina, de onde vem a calvície?

Alguns dos genes responsáveis por regular a altura humana também podem  colaborador para o surgimento dessas doenças, indica a pesquisa, que  identificou 63 variações genéticas: “elas aumentam o risco de perda de cabelo prematura”, conta Heilmann-Heimbach. Os pesquisadores não se propuseram a encontrar uma ligação com a altura, nem quantificaram o risco relativo de calvície associado com diferentes estaturas, acrescentou.

Em homens de origem europeia, a calvície geralmente começa por volta dos 30 anos. Até 80% dos homens europeus são afetados em alguma medida. A perda de cabelo em asiáticos chega cerca de uma década mais tarde, e com uma frequência geral muito menor, afetando de 50% a 60% dos homens. Há relativamente poucos dados sobre a calvície na África, mas a perda de cabelo masculino lá parece ser ainda menos frequente. Algumas das variantes genéticas descobertas no estudo “podem ser alvos promissores para intervenções terapêuticas”, disse Heilmann-Heimbach.

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