ESTILO DE VIDA

Os 5 maiores vilões da memória

Entenda como as falhas de memória podem ser provocadas por estresse e fumo, entre outros fatores

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por Redação Alto Astral
Publicado em 11/07/2014 às 08:57
Atualizado às 21:04

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Os maiores vilões da memória

Foto: Thinkstock/Getty Images

1. Estresse

Falta de tempo para o lazer, problemas na família, dificuldades financeiras… Esses são apenas alguns motivos que podem desencadear o estresse. O organismo de uma pessoa estressada libera maior quantidade de radicais livres, moléculas altamente reativas que, em excesso, atacam as células, provocando envelhecimento precoce. O estresse, mesmo que moderado, também está relacionado à distração, impulsividade e dificuldade de raciocínio. “Todos os alimentos com propriedades antioxidantes são indicados para combater os radicais livres”, recomenda a nutricionista Bianca Innocencio. Além, é claro, de praticar atividades relaxantes e, em casos mais graves, procurar um médico.

2. Tabagismo

O consumo de tabaco (componente do cigarro) está vinculado a um maior risco de perda de memória em pessoas de meia-idade e idade avançada, segundo estudo realizado pelo Instituto Nacional da Saúde e Pesquisa Médica, na França. Outra pesquisa, feita na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, revelou que o cigarro diminui o fluxo sanguíneo em áreas do cérebro envolvidas na formação de memórias.

3. Falta de sono

Dormir mal ou dormir pouco desregula o sistema nervoso e os neurotransmissores responsáveis pela memória. É durante o sono profundo que o cérebro absorve os novos conhecimentos, portanto, não basta dormir bastante se a qualidade do sono é baixa. Problemas dessa natureza também podem ocasionar momentos de estresse, mais um problema relacionado às falhas de memória e á falta de concentração.

4. Medicamentos

Certos medicamentos são capazes de afetar a memória de curto prazo, alguns apenas durante o uso e outros também após o fim do tratamento. É o caso de remédios para ansiedade e insônia, anti-hipertensivos e relaxantes musculares, que ainda podem causar dependência. Por isso, evite tomar esses tipos de remédio sem indicação médica.

5. Falta de prática

Pôr em prática aquilo que se aprendeu na teoria é uma boa forma de fazer o cérebro absorver as novas informações. Fazer a lição de casa algumas horas após as aulas, por exemplo, faz com que os estudantes entendam melhor o que lhes foi passado no colégio. O mesmo acontece quando se aprende um idioma novo nas aulas: bater um papo com os amigos usando a língua estrangeira favorece a absorção das novas palavras pelo cérebro. A capacidade de memorização pode aumentar em até 20% quando se pratica o que foi aprendido.