ESTILO DE VIDA

O ópio e a maconha eram utilizados para produção de analgésicos e fibras

Registros de aproximadamente 3000 a.C. descrevem a cultura do ópio, uma droga com efeito sonífero e analgésico conhecida até os dias de hoje.

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Foto: Shutterstock

por Redação Alto Astral
Publicado em 24/01/2017 às 06:36
Atualizado às 14:55

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Registros de aproximadamente 3000 a.C. descrevem a cultura do ópio, uma droga com efeito sonífero e analgésico conhecida até os dias de hoje. Além disso, o cânhamo obtido da planta Cannabis sativa, por exemplo, foi utilizado na Antiguidade por sacerdotes indianos em cerimoniais por causa da sua capacidade de êxtase. Da Índia, difundiu-se para o Oriente próximo e para países da África.

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Foto: Shutterstock

Durante muito tempo, a medicina chinesa o utilizou como anestésico em cirurgias, enquanto a medicina indiana como hipnótico, analgésico e espasmolítico com objetivo de suprimir contrações musculares. Os primeiros registros do cânhamo foram datados na China há aproximadamente 4000 a.C..

Na Europa, ele desembarcou por meio de médicos ingleses que passaram pela Índia e difundiram as formas mais comuns de consumi-lo: no estado natural, em que as folhas eram colhidas, secadas, trituradas e então fumadas, forma que denominamos hoje de maconha. E, pelo processo de haxixe líquido, um destilado oleoso bastante concentrado que podia, inclusive, ser injetado por via venosa.

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Texto: Redação Edição: Angelo Matilha Cherubini