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O que é TOC? O filme 'TOC' vai estrear em fevereiro com a Tatá Werneck interpretando uma personagem que sofre do transtorno. Entenda mais sobre o assunto!
- Fotos: Divulgação

TOC: entenda o transtorno da personagem de Tatá Werneck em filme

O que é TOC? O filme 'TOC' vai estrear em fevereiro com a Tatá Werneck interpretando uma personagem que sofre do transtorno. Entenda mais sobre o assunto!

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Você sabe o que é TOC? Esse assunto será discutido no filme de mesmo nome, que tem estreia prevista para fevereiro deste ano, 2017, com a Tatá Werneck interpretando Kika K., uma personagem que sofre do Transtorno Obsessivo Compulsivo.

O TOC afeta as pessoas no cotidiano e pode se tornar um risco à saúde física e mental se não for diagnosticado e tratado de maneira adequada. Para você ficar por dentro do que vai rolar no filme e entender o que é TOC, sua características e cuidados, confira, a seguir, uma matéria especial!

o que é TOC Tatá Werneck

Fotos: Divulgação

TOC nos cinemas: Tatá Werneck faz drama com humor, sem piadas exageradas

Foi o que a atriz defendeu em entrevistas na pré-estreia do filme TOC: Transtornada, Obsessiva, Compulsiva, que rolou na última terça-feira (24.01), no Rio.

“É uma história que eu queria contar, que diz respeito a mim, a essa situação de você estar mal e ainda assim ter que colocar uma peruca e fazer alguém rir. Eu tenho que estar sempre bem-humorada, disponível, em cima de um lustre”, confessou em entrevista ao Estadão, assimilando a mania de sempre fazer rir, a compulsão.

No trailer, é possível perceber que mesmo com as cenas engraçadas, a personagem está sempre perturbada de alguma forma, repare:

Papo sério: o que é TOC?

Você sabe o que é TOC e quais são os sintomas e riscos para a saúde mental e física de quem sofre? Em alguma fase da vida, a maioria das pessoas vai apresentar obsessões ou compulsões. Mas quando elas passam a causar prejuízos, é hora de buscar ajuda médica.

O que é TOC: a sigla quer dizer Transtorno Obsessivo Compulsivo e já é conhecida pela maioria das pessoas. Apesar do real significado da doença nem sempre entrar no contexto, não é incomum ouvir alguém afirmar que tem TOC porque não gosta de observar os quadros tortos na parede, ou porque precisa manter os sapatos organizados no armário. Esses podem, sim, ser sintomas dessa doença que afeta a mente – mas, nem sempre, hábitos de organização ou limpeza são sinônimo do transtorno.

“Antes de detalhar qual é o limite para fazermos o diagnóstico, é necessário entendermos o que são obsessões e compulsões, que fazem parte da definição de TOC”, avisa o psiquiatra Marco Antonio Abud Torquato Jr, que explica as diferenças entre essas duas palavras:
Obsessão: “É um pensamento que ‘invade’ nossa mente, sem que consigamos freá-lo. É um pensamento nosso, mas involuntário, com o qual muitas vezes não concordamos e que causa muito incômodo e ansiedade. Todos nós podemos ter um pensamento obsessivo em alguns momentos”.
Compulsão: está mais ligada a um comportamento. “É algo que ‘precisamos’ fazer para aliviar um pensamento ou uma sensação ruim. O indivíduo tenta, às vezes, controlar a ação, não fazer, mas é difícil e acaba cedendo”. Esses comportamentos também podem fazer parte do cotidiano, por exemplo: quem está de dieta e acaba cedendo a um doce – ou dois, três… – , quem precisa economizar dinheiro e compra uma roupa nova, quem organiza a mesa mesmo não estando bagunçada. “Todas essas ações podem ter um caráter compulsivo em alguns momentos. Uma frase comum para exemplificar uma compulsão é ‘eu não sei por que preciso checar a porta, não tenho nenhum pensamento ou medo, mas tenho que verificar várias vezes até me sentir seguro'”.

 

Quando TOC é doença e precisa de tratamento

O que é TOC

Foto: Divulgação

Para desconfiar do TOC, a pessoa precisa ter obsessões e/ou compulsões e três elementos devem ser observados:

  • Tempo: ficar mais de uma hora por dia imersa em obsessões ou realizando compulsões;
  • Sofrimento: pensamentos ou ações incomodam bastante e não podem ser evitados;
  • Prejuízos: no contexto profissional, social, em relacionamentos ou em outras áreas importantes da vida devido aos sintomas.

Ou seja, quando os sinais do TOC começam a interferir na rotina, impedindo que a pessoa realize as atividades diárias importantes ou demore muito no processo, é hora de buscar ajuda médica. “Cerca de 4% da população sofre com esse transtorno. Enquanto houver características do TOC, mas não trouxer danos à vida do indivíduo, classifica-se como SOC – Sintoma Obsessivo Compulsivo”, complementa a psicóloga Aline Gomes.

Saúde tem que ser papo entre amigas: leia mais matérias no Portal Alto Astral!

Quem pode ter TOC ?

Segundo a Associação Brasileira de Síndrome de Tourette, Tique e Transtorno Obsessivo Compulsivo (ASTOC), o TOC pode atingir pessoas de todos os grupos étnicos e tanto mulheres quanto homens. O mais comum é que os sintomas iniciem durante a adolescência ou no início da vida adulta.

Por que ele aparece?

“Existem vários estudos, inclusive do Hospital das Clínicas da USP, que mostram que crianças que têm infecções por uma bactéria chamada estreptococo tem um risco muito maior de apresentar TOC”, destaca Torquato. Traumas na infância, perda de pessoas queridas e mudanças ambientais muito importantes podem, também, contribuir para desencadear o transtorno.

Quando o transtorno se manifesta

O TOC pode se manifestar de várias maneiras, mas possui alguns sintomas mais comuns. “Pode apresentar somente com obsessões, somente com compulsões ou com as duas sintomatologias associadas. Os temas das obsessões ou compulsões podem ser variados, dependendo de cada pessoa”, diz o psiquiatra. Algumas das manifestações do transtorno podem ser:

  • Receio de contaminação e necessidade de lavagem repetitiva;
  • Necessidade de ordem ou simetria;
  • Acumulação de objetos, com dificuldade de se desfazer deles;
  • Impulsos ou pensamentos de ferir, insultar ou agredir pessoas.

 

LEIA TAMBÉM

Consultoria: Aline Gomes, psicóloga fundadora do projeto Mamãe Te Apoio; Marco Antonio Abud Torquato Jr, psiquiatra

Fonte: Revista TOC – TRANSTORNO OBSESSIVO COMPULSIVO, ed. 1

Texto: Marisa Sei – Edição: Loyce Policastro/Colaboradoras – Design: Julia Santini / Colaboradora

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