Neuróbica: veja a relevância dessa prática para o cérebro

Um órgão tão complexo quanto o cérebro não pode cair na zona de conforto. Veja a importância da neuróbica para o desenvolvimento cerebral

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FOTO: Shutterstock.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 05/12/2016 às 09:25
Atualizado às 12:53

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A neuróbica é o nome usado pelos neurocientistas para denominar as atividades que funcionam como aeróbica dos neurônios. “Assim como exercitamos os músculos em uma academia de ginástica, podemos exercitar os neurônios praticando atividades que exijam esforço do cérebro”, explica o especialista em ginástica cerebral Geomacel Carvalho.

Os exercícios desenvolvidos visam tornar o cérebro mais ágil e flexível, ampliando as possibilidades na busca de novos caminhos para a realização das ações cotidianas. Além disso, as atividades podem ser praticadas por todos: desde jovens até adultos da terceira idade.

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As atividades neuróbicas envolvem desde práticas simples que podem ser baseadas em situações diárias, até desafios mais complexos, que proporcionam situações não prováveis no cotidiano. Existem escolas, inclusive, que oferecem essas atividades em cursos de ginástica cerebral utilizando ferramentas pedagógicas com seus alunos, desenvolvendo e otimizando as habilidades cognitivas, como memória, raciocínio e capacidade de concentração, e socioemocionais, como o caso do SUPERA.

Durante as aulas, que têm duração de duas horas, exercícios variados são propostos para estimular as áreas do cérebro. “Nas aulas do SUPERA, os alunos são desafiados a fazer as contas no ábaco com os olhos vendados, embaixo d’água, andar de costas e mudar a rotina da aula, por exemplo”, aponta o especialista.

Comece a praticar a neuróbica!

A técnica é a forma mais prática de exercitar o cérebro no nosso cotidiano. A ideia é que você tire o órgão da zona de conforto, desafiando-o em diferentes situações. Além de poder praticá-la com o acompanhamento de especialistas, você pode treiná-la nas mais simples atividades do dia a dia. Tente:

1• Contar os degraus ao subir ou descer escadas;

2• Escovar os dentes com a mão não dominante;

3• Ler um livro em voz alta e fazer um resumo;

4• Mudar o percurso habitual que faz para ir ao trabalho;

5• Usar o relógio de pulso no braço direito;

6• Trocar o lugar que se senta à mesa;

7• Trocar de roupa com os olhos fechados;

8• Descobrir os temperos da comida de um restaurante usando apenas o paladar.

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Texto e entrevista: Jéssica Pirazza/Colaboradora – Edição: Giovane Rocha/Colaborador

Consultoria: Geomacel Carvalho, especialista em ginástica para o cérebro do Método SUPERA