ESTILO DE VIDA

Música e meditação ajudam a manter a concentração

A concentração é uma habilidade indispensável na correria dos dias de hoje. Então, saiba como mantê-la praticando meditação e ouvindo música!

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FOTO: Shutterstock Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 12/09/2016 às 19:01
Atualizado às 20:57

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Você sabia que a música pode ser uma grande aliada da concentração? Isso ocorre porque a música estimula várias áreas do cérebro, melhorando não só o foco, mas trazendo vários outros benefícios ao organismo. “Por meio de determinados sons ou músicas, conseguimos aumentar o nível de oxigenação cerebral, resultando numa melhor irrigação sanguínea do cérebro, favorecendo a plasticidade do órgão como um todo”, explica a musicoterapeuta Maria Isabel Sinegaglia.

A música também tem efeitos imediatos, como a sensação de prazer e felicidade, mudando o humor. Atualmente, a musicoterapia virou uma alternativa muito procurada: é um método que utiliza a música para desenvolver habilidades e oferecer um tratamento diferenciado a seus pacientes. De acordo com Maria Isabel, “a medicina sonora atua como tratamento nas áreas física, psíquica, emocional e comportamental, apresentando resultados absolutamente expressivos”.

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Concentração e o poder da meditação

Você já deve ter conhecido alguém que pratica ou já tenha tido algum contato com a meditação. No entanto, ao contrário do que muitas pessoas pensam, a prática da técnica não se resume apenas em esvaziar a mente e não pensar em nada. Se você procurar no dicionário, vai encontrar o significado de meditação como “Ato ou efeito de meditar, reflexão; Oração mental; Contemplação religiosa; Pensamentos, estudos, reflexões”.

Mas, por se tratar de uma técnica tão abrangente e que engloba diferentes vertentes de pensamentos, cada tipo de meditação e cada profissional da área defende uma ideia distinta. Porém, os objetivos são consensuais: bem-estar íntegro, equilíbrio interno e busca da realização pessoal.

Portanto, pratique meditação para relaxar a mente e encontrar um equilíbrio interno, ou seja, se concentre intencionalmente em uma ideia que não seja divertida, como a própria respiração, os movimentos das árvores, uma música calma sem palavras. “A nossa cultura propõe que nós apenas nos foquemos em coisas agradáveis. Ora, boa parte da vida é neutra ou desagradável, por isso, precisamos aprender a nos focarmos nesses momentos também”, completa o psicólogo clínico Bayard Galvão.

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Concentração: até que ponto as emoções atrapalham?

Texto e entrevistas: Larissa Tomazini – Edição: Giovane Rocha/Colaborador

Consultorias: Bayard Galvão, psicólogo clínico, hipnoterapeuta e palestrante; Maria Isabel Sinegaglia, musicoterapeuta; Sonia Brucki, neurologista