Descubra 4 mitos e verdades sobre a trombose

A trombose pode ser evitada a partir de hábitos saudáveis simples e acompanhamento médico. Esclareça 4 dúvidas sobre essa doença!

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por Redação Alto Astral
Publicado em 30/01/2017 às 13:22
Atualizado às 13:17

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Caracterizada pela formação ou desenvolvimento de um coágulo sanguíneo, a trombose pode ser evitada a partir de hábitos saudáveis simples e acompanhamento médico. Contudo, ainda existem algumas dúvidas sobre a doenças – e você vai saná-las agora!

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1. É possível prevenir a trombose?

VERDADE. Além do acompanhamento médico, qualquer pessoa pode tomar medidas de prevenção. Muitas delas podem ser incorporadas no cotidiano. Algumas das dicas são: exercitar-se ou fazer pequenas caminhadas regularmente; controlar o peso; evitar o cigarro; movimentar as pernas durante longos períodos sentada; usar meias elásticas no caso de insuficiência venosa, sempre com orientação médica.

2. Anticoncepcional é uma das principais causas?

MITO. Existe uma correlação do uso dos anticoncepcionais com o tromboembolismo venoso. O aumento do risco relativo de trombose associado a estes é de duas a sete vezes maior quando comparamos mulheres da mesma idade que usam verso aquelas que não fazem uso. O vilão da história é o estrógeno, que interfere no equilíbrio da coagulação favorecendo a formação de trombose.

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3. Gestantes podem desenvolver a doença?

VERDADE. O corpo da mulher passa por uma série de mudanças durante a gravidez. O organismo se prepara para a situação do parto, aumentando as substâncias pró coagulantes no sangue. O resultado é um risco seis vezes maior de trombose durante a gestação. No período de pós-parto, durante aproximadamente 40 dias, esse risco chega a ser 15 vezes maior.

4. Apenas mulheres têm o problema?

MITO. A incidência de trombose é igual nos dois sexos quando não estratificado por faixa etária. Quando é avaliada apenas a faixa entre 20 a 40 anos, a incidência é um pouco maior nas mulheres exatamente pela maior exposição a fatores de risco, como os anticoncepcionais e gestações.

Fonte Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), por meio do Comitê de Trombose e Hemostasia

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