Meditar pode diminuir risco de doenças inflamatórias

Além de ajudar a relaxar a mente e o próprio corpo, meditar ainda colabora para o combate às doenças inflamatórias - de acordo com pesquisas.

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Foto: Shutterstock

por Redação Alto Astral
Publicado em 06/01/2017 às 13:19
Atualizado às 13:03

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Além de ajudar a relaxar a mente e o próprio corpo, meditar ainda colabora para o combate às doenças inflamatórias. Pelo menos é o que mostra um estudo feito pela Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, que avaliou 35 pessoas à procura de vagas no mercado de trabalho e, portanto, em uma situação estressante.

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Os voluntários foram divididos em dois grupos: um foi para um retiro realizar práticas autênticas de meditação enquanto o outro foi submetido a uma meditação “enganosa”, capaz de distrair os participantes das preocupações, mas com efeito placebo.

Ao final do estudo, todos os participantes afirmaram estar mais animados e preparados para enfrentar o estresse do desemprego, porém apenas o cérebro dos integrantes que realizaram a meditação autêntica apresentava diferenças, com mais comunicação entre as áreas que coordenam a resposta ao estresse. Depois de quatro meses, exames de sangue também revelaram que o grupo da meditação autêntica apresentava níveis reduzidos para doenças inflamatórias.

Meditar: uma atividade essencial!

A meditação aprimora a atenção, a percepção, regula a resposta de estresse e melhora a ansiedade e a depressão. A pessoa que medita regularmente se torna mais focada, calma e produtiva. “Trabalhos científicos demonstraram que meditar regularmente aumenta a capacidade imunológica de nosso organismo, melhorando o combate a infecções e células tumorais”, diz o psicólogo e orientador de grupos de meditação Roberto Debski.

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Como saber se cheguei ao estado meditativo?

“Durante a prática da meditação alteramos o funcionamento de algumas partes de nosso cérebro, e a percepção de tempo e espaço ficam alteradas. Não usamos nossa mente e nosso raciocínio durante a meditação. Ao encerrar a meditação, geralmente, achamos que o tempo fluiu muito lenta ou rapidamente, e experimentamos um grande relaxamento e paz, o que evidencia que estávamos em outro modo de funcionamento de nossa mente, um estado alterado de consciência”, conclui Roberto. o profissional.

Consultoria Roberto Debski, psicólogo e orientador de grupos de meditação

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