Meditação: prática que pode estimular sua inteligência

Entenda como a prática da meditação pode estimular conexões no cérebro e, por tabela, ajudar você a ficar mais inteligente

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FOTO: Shutterstock.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 01/09/2016 às 19:36
Atualizado às 11:33

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Hoje, sabe-se que o nosso cérebro se modifica ao longo dos anos, criando e fortalecendo conexões que nos fazem pensar de forma mais rápida e eficaz. E quem não quer ter essas conexões — e, consequentemente, a inteligência — potencializadas? Para nosso azar, isso ainda não é possível de uma hora para a outra. Mas, se você não está tão disposto a praticar exercícios específicos para o cérebro, ainda poderá aumentar suas habilidades cognitivas realizando atividades que, à primeira vista, não aparentam ajudar tanto o órgão, como é o caso da meditação.

Meditação: prática que pode estimular sua inteligência

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Cérebro e meditação

A meditação é lembrada quando se busca um profundo relaxamento ou concentração, através da respiração profunda. Além da redução do nível de estresse e ansiedade, a técnica pode ser muito benéfica quando o assunto é inteligência.

“Exames de ressonância magnética realizados com pessoas em estado meditativo têm demonstrado que essa prática pode trazer mudanças positivas no cérebro”, destaca o psicólogo clínico Roberto Garcia Ramos Júnior, “e essas mudanças incluem o aumento da capacidade de atenção e concentração, de memória e da atividade de algumas regiões do córtex cerebral (responsável pela memória, atenção e linguagem)”.

Um estudo realizado em 2011 pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que a prática da meditação por 30 minutos diários provoca aumento da densidade de massa cinzenta no hipocampo, região ligada ao aprendizado.

Trocar de perfume?

Pode parecer maluquice, mas trocar de perfume constantemente pode fazer um bem danado para seu cérebro. É o que indica uma pesquisa da Universidade de León, na Espanha. Segundo os pesquisadores, nosso órgão cria uma espécie de memória olfativa, associando cheiros a momentos.

Com isso, os aromas desencadeiam diferentes sensações no corpo humano. Ao se deparar com uma nova fragrância, novas associações são feitas pelos neurônios, causando um efeito semelhante ao de jogos de memória e de desafio lógico. Tá esperando o que para trocar o seu?

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Texto: Augusto Biason/Colaborador – Edição: Victor Santos

Consultorias: David Maldonado, musicoterapeuta especialista em intervenção em neuropediatria na Musiclin — Clínica de Musicoterapia, em São Carlos (SP); Roberto Garcia Ramos Júnior, psicólogo clínico, especialista em terapia cognitivo-comportamental, idealizador e responsável pelo programa psicológico Mente em Forma; William Ferraz, coach, terapeuta e especialista em inteligência emocional no Instituto IDEAH, em São Paulo (SP).