Saiba como um cuidador de idosos deve agir no dia a dia

O diagnóstico de demência implica em mudanças de hábitos para os pacientes e familiares. Veja como um cuidador de idosos deve agir em diferentes situações

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É indispensável conhecer algumas informações sobre o Acidente Vascular Cerebral! Foto: Shutterstock.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 01/10/2017 às 08:00
Atualizado às 08:00

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Pessoas com demências, como o Alzheimer, precisam de atenção praticamente 24 horas por dia. De acordo com o neurologista André Gustavo Lima, a importância de um acompanhamento com um cuidador de idosos desde o diagnóstico dá-se devido a alguns erros simples, mas perigosos, como deixar o fogão ligado e esquecer o caminho de casa. “Se a família perceber que o paciente perdeu a capacidade de juízo crítico e de tomar decisões, deve intervir e assumir a liderança”, afirma o especialista.

E a preocupação dos familiares aumenta proporcionalmente à evolução da doença, junto à dependência dos pacientes, que pouco a pouco começam a apresentar dificuldades em realizar atividades rotineiras. Por isso, o manual do cuidador de idosos é um excelente instrumento para facilitar a rotina dos familiares e proporcionar maior bem-estar aos pacientes. Confira!

Para maior bem-estar do familiar-cuidador (aquele que passa mais tempo em função do paciente), a psicóloga Natália Costa destaca a importância de estabelecer limites. Em caso de condições financeiras favoráveis, é possível avaliar a contratação de um profissional cuidador ou instituição com equipe multiprofissional. “Além disso, mantenha o acompanhamento médico e psicológico para si e preserve momentos de lazer e rotinas simples, como ler um livro, pontua a psicóloga.

A foto mostra uma mulher sorrindo ajudando uma idosa, demonstrando a importância de um cuidador de idosos saber como agir no dia a dia

Foto: Shutterstock.com

O impacto diante do diagnóstico de formas de demência, o sentimento de angústia ou a não aceitação se faz, muitas vezes, presente nos familiares. Para isso, o geriatra Leandro Minozzo recomenda um acompanhamento psicológico ou psiquiátrico. “Esse tipo de terapia pode prevenir inclusive problemas futuros de relacionamento dentro da família”, explica.

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Texto e entrevistas: Ana Beatriz Casali/Colaboradora – Edição: Giovane Rocha

Consultorias: André Gustavo Lima, neurologista membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN) e diretor da clínica Neurovida; Leandro Minozzo, nutrólogo com especialização em geriatra, www.leandrominozzo.com.br/blog; Natália Costa, psicóloga e diretora do Centro Especializado Nossa Senhora D´Assumpção (Censa) Betim, em Minas Gerais – Fonte: Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz)

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