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Lipoaspiração não invasiva: o que é, indicações e contraindicações

A lipoaspiração não invasiva promete ser uma alternativa à lipoaspiração cirúrgica, mas com a vantagem de ser menos agressiva e invasiva. Confira!

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Foto Shutterstock.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 04/10/2016 às 20:15
Atualizado às 20:57

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Assim como a lipoaspiração, a atuação da lipo não invasiva reduz o número de células de gordura. O tratamento pode levar no mínimo 60 minutos e as sessões a realizar dependem da dimensão da área, da espessura e do tempo de retenção da gordura. Ela é realizada em ambiente não cirúrgico, sem pós-operatório, tempo de recuperação ou manutenções. É uma opção para aqueles que desejam recorrer à lipoaspiração, mas não querem enfrentar a agulha. Saiba como funciona o procedimento!

mulher com marcações de lipoaspiração

Foto Shutterstock.com

Como funciona?

O modo de eliminação da gordura é semelhante a um processo de emagrecimento através de reeducação alimentar, em que o corpo metaboliza e utiliza a gordura como energia, sem qualquer acumulação de gordura no sangue ou no fígado. Ou seja, não há risco de elevar os níveis de colesterol em circulação no organismo. A grande diferença deste método está na velocidade que a gordura é eliminada: o que se poderia alcançar com 15 ou 20 meses de reeducação, é conseguido, com uma única sessão de tratamento, em prazos que vão de um a três meses.

Indicações

“A aplicação da lipo não invasiva está indicada para situações em que existe gordura localizada e/ou que a percentagem de massa gorda seja normal ou alta e/ou quando se apresente um IMC (índice de massa corporal) normal (20- 24,9) ou excesso de peso (IMC 25-29,9). O mais importante é haver uma quantidade de gordura suficiente, de forma a garantir que a convergência dos ultra-sons se dá ao nível da camada de células gordas”, explica a nutricionista Iara Rodrigues.

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Contraindicações

Iara Rodrigues explica que “como em todos os tratamentos da medicina estética a lipoaspiração não invasiva tem contraindicações. São elas: percentagem de gordura demasiado alta; doença renal e/ou hepática; menores de 18 anos (por questões orgânicas); pacemaker; lesões ou reações alérgicas na pele ou na área a ser tratada; IMC igual ou superior a 30; obesos (grau I, II, III)”. O Dr. Humberto Barbosa acrescenta ainda que “não pode ser feito em zonas do corpo com próteses metálicas internas, como próteses de anca ou joelho, nem pode ser feito em grávidas, porque se desconhece a interferência dos ultra-sons no feto”.