Depressão na terceira idade: como a família deve lidar com o problema?

Alguns problemas são comuns da terceira idade e, entre eles, está a depressão. Confira qual deve ser o papel da família quando alguém enfrenta a doença.

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Foto: Shutterstock.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 15/08/2017 às 10:20
Atualizado às 10:20

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Com o passar dos anos, é normal deixarmos de realizar algumas tarefas que antes eram rotineiras e perder o contato com pessoas queridas. O problema é que, principalmente em idosos, esses fatos podem gerar sensação de incapacidade e dependência, causando carência ou, até mesmo, a temida depressão.

Por isso, companhia, respeito e compreensão da família são essenciais para um envelhecimento mentalmente saudável. “Pessoas que estão emocionalmente amparadas, estimuladas e acompanhadas de seus familiares tendem a preservar a saúde física e terem, por exemplo, sensações dolorosas menos intensas”, indica o psicogeriatra Hewdy Lobo.

Superando traumas

Morte de pessoas queridas, doenças e até arrependimentos podem causar traumas e prejudicar a vida do indivíduo. “Um trauma não superado pode trazer uma paralisia na vida da pessoa, mesmo sem consciência. Ela pode não conseguir realizar determinadas tarefas e não entender o motivo”, explica a palestrante motivacional Viviane Ferreira.  Além disso, esse é um dos fatores que influenciam o surgimento de transtornos como depressão, ansiedade e até o desenvolvimento de patologias orgânicas.

“Pode haver desequilíbrio metabólico, que predispõe idosos a desenvolverem diabeteshipertensão arterial, doenças cardíacas, obesidade e riscos de eventos isquêmicos, como infarto e acidente vascular cerebral”, complementa Ricardo Frota, psiquiatra. Após situações que possam gerar choque, o ideal é procurar ajuda imediata. Os profissionais capacitados para tratar esses problemas são psicólogos ou, em casos mais graves, psiquiatras.

Contra a depressão

A seguir, confira métodos alternativos que são aliados poderosos no tratamento contra a depressão. Lembrando que qualquer terapia deve ser acompanhada por um profissional especialista.

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Texto e entrevistas: Barbara Gatti e Augusto Biason/Colaboradores – Edição: Giovane Rocha

Consultorias: Júlia Bárány, psicanalista; Hewdy Lobo, psicogeriatra; Marcia Mathias, psicóloga, hipnoterapeuta clínica, presidente da Ahierj (Associação de Hipnose do Estado do Rio de Janeiro) e vice-presidente da ASBH (Sociedade Brasileira de Hipnose); Martin Portner, médico neurologista e mestre em neurociência; Ricardo Frota, psiquiatra, coach de mentes e palestrante; Viviane Ferreira, palestrante motivacional

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