Lições de maternidade com Fernanda Gentil

A apresentadora Fernanda Gentil é uma das mamães mais queridas das redes sociais e já ensinou muita coisa bacana! Vem conferir suas lições de maternidade:

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Fonte: Reprodução/ Instagram

por Redação Alto Astral
Publicado em 02/09/2016 às 11:28
Atualizado às 13:16

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Fernanda Gentil, uma das apresentadoras mais queridas da televisão brasileira, tornou-se mamãe no 28 de agosto de 2015, quando Gabriel nasceu, primeiro filho da jornalista com o empresário Matheus Braga.

Desde que o pequeno entrou na vida de Fernanda Gentil, ela tem demonstrado ser uma mamãe incrível e compartilha todas as vivências do mundo da maternidade com seus seguidores nas redes sociais.

No Instagram de Fernanda, podemos acompanhar um pouquinho da rotina da apresentadora, dos momentos fofos com Gabriel e até mesmo as dificuldades – das dores e das delícias – que só quem é mãe, sabe!

Confira 7 lições de maternidade que Fernanda Gentil já nos demonstrou:

1. O amor de mãe não precisa ser de sangue, só precisa ser sentido

Quando ele veio pra mim eu entendi que o ser humano foi feito pra ser incrível. Que a gente pode – e deve – amar sem fronteiras. Que o amor que a gente tem e a capacidade de amar alguém que não veio de nós e nem nasceu da gente, são inimagináveis. É algo que transcende qualquer barreira ou questão biológica. Que vence qualquer regra social. Qualquer família tradicional. O amor, o cuidado e o carinho pelo próximo estão aqui e aí dentro, prontinhos para serem colocados em prática. Basta ter um motivo para tal. Lucas foi o meu. Me mostrou, quando a mãe dele virou uma estrelinha, que ele precisava de mim, e mais ainda: que eu precisava dele. Essa é a vida como ela é; sem margarinas ou contos ou príncipes ou tradições – a vida é a maneira que a gente encontra para ser feliz. Você, meu amor, me mostrou um sentimento aqui dentro que me faz feliz demais até hoje. E com a chegada do seu irmão eu só tive a certeza de que o que eu sentia por você era aquilo tudo mesmo que eu imaginava: era a tal da maternidade. Amo você. Amo Gabriel. Amo Nala. Amo nosso quarteto.

Uma foto publicada por Fernanda Gentil – Oficial (@gentilfernanda) em

A apresentadora, além de Gabriel, também tem um filho de 8 anos chamado Lucas, de consideração. Ele é afilhado de Fernanda e perdeu a mãe biológica quando era apenas um bebê. Desde então, Fer divide as responsabilidades da criação de Lucas com o pai do garoto, que é tio de Gentil. 

Com seu cuidado por Lucas, ela nos ensinou que para ser mãe não é necessário o laço sanguíneo, mas sim um comprometimento e um amor que vão além da vida! <3

2. Filhos são as maiores preciosidades na vida de uma mãe

É aqui onde recarrego. ❤️?

Uma foto publicada por Fernanda Gentil – Oficial (@gentilfernanda) em

Apesar das dificuldades que a maternidade traz, nada é mais gratificante que o amor de mãe para filho e de um filho para a mãe. Tudo vale a pena: a correria, o trabalho, os choros, as tristezas, se no final do dia você tem esse amor para celebrar!

3. Mamães também são humanas!

A apresentadora mostra – com muita simplicidade – que a vida permite qualquer coisa. Nenhuma mamãe deve se sentir mal por não seguir esteriótipos ou modelos que a sociedade insiste em impor.

Está permitido estar acima do peso, pode, sim, comer o que sentir vontade, pode chorar, pode sorrir: ninguém nunca disse que seria fácil!

4. A maternidade também tem suas dificuldades

Sim, voltamos a repetir: ninguém disse que seria fácil! Mas isso não quer dizer que você não pode dar boas gargalhadas com as dificuldades!

5. Mamãe de verdade participa de TODAS as fases

Não importa se o é menino ou menina, se são muitos filhos ou apenas um! O que realmente faz a diferença é acompanhar todas as fases da vida, incentivando a imaginação e a criatividade e estando lá por ele. 

6. O fim de um casamento não significa o fim de uma família

Fernanda se separou recentemente do ex-marido, Matheus Braga, depois de 5 anos de casamento. Em relato emocionante em seu livro biográfico, ela disse que a relação não andava bem há tempos, mas eles se separaram em nome de algo muito maior: serem felizes.

Ela também lembrou que nada do que aconteça apaga tudo de bom que ambos viveram juntos e que eles só não são mais um casal, mas continuam sendo pais unidos e presentes em nome de algo muito maior: Gabriel!

7. E que cada bebê e mamãe são diferentes, com suas particularidades e perfeições!

Eu achei que amamentar fosse tão automático quanto ser mãe: se quando nasce um filho, nasce uma mãe, então essa mãe vai amamentar. Não necessariamente. Não se tiver mamilos invertidos, prótese, redução de mama, se sentir muita dor, o leite não descer ou se secar – e o meu secou. Para uma mãe que sempre sonhou em viver o momento mágico-de-filme do filho mamando no peito, do olho no olho, da mãozinha segurando o nosso dedo, a notícia da mamadeira cai como uma bomba. Chorei, me julguei e repassei a gravidez inteira na minha cabeça tentando descobrir onde errei – se foi o chocolate que comi, a noite que não dormi ou aquela longa escada que subi. O meu sofrimento durou até eu dar a primeira mamadeira. Foi quando descobri duas coisas: eles também olham no nosso olho e a mãozinha também segura o nosso dedo quando mamam na “dedêra”. Descobri também que esse é um assunto polêmico e não estou aqui para polemizar. Se eu posso usar minha imagem para ajudar minimamente que seja, escrevo por isso – principalmente para mulheres na mesma situação que eu. E se você é uma delas, aí vai a minha terceira e melhor descoberta: o amor que bate no peito, bate também na mamadeira.

Uma foto publicada por Fernanda Gentil – Oficial (@gentilfernanda) em

Fer Gentil nos lembra sempre que não existe um modelo para ser seguido, um padrão! Cada bebê tem suas particularidades e cada mamãe tem sua história, e que não devemos julgar ninguém pelas escolhas que cada mãe faz na criação de seus filhos.

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