Lei do parto humanizado: Conheça seus direitos!

A lei do parto humanizado garante segurança e bem-estar para a mãe e o bebê. Saiba mais sobre essa prática e o que a lei garante às gestantes!

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Um bom acompanhamento médico é essencial durante a gravidez | Foto: Shutterstock

por Redação Alto Astral
Publicado em 26/06/2017 às 12:35
Atualizado às 13:40

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Ser informada sobre as melhores opções disponíveis, receber anestesia e ter um acompanhante no quarto parecem ser necessidades básicas na hora do parto, mas, acredite se quiser, muitos hospitais não oferecem estes serviços. Para garantir que os direitos da mulher sejam cumpridos, em São Paulo existe a lei do parto humanizado: ele deve ser oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Saiba o que é e como exigir o respeito e conforto que merece:

Tratamento adequado

Parto humanizado nada mais é do que dar valor à vida humana no atendimento hospitalar, como explica Márcia Aquino, diretora médica do hospital Leonor Mendes de Barros. Parece óbvio, mas foi preciso fazer uma lei para que essa necessidade tão simples fosse cumprida. Muitas vezes, a equipe médica ignora os pedidos da mulher em trabalho de parto, chegando até a negar a anestesia, por exemplo. “A lei do parto humanizado garante que a mulher seja tratada com respeito, como todos merecem, e com a sensibilidade necessária para este momento especial”, afirma Patrícia Bezerra, vereadora e autora da lei.

O que diz a lei do parto humanizado?

Todo hospital da rede pública da cidade de São Paulo deve seguir determinados procedimentos, que garantem a segurança e o bem-estar tanto da mãe como do bebê . Veja ao que você tem direito com a lei do parto humanizado:

  1. Receber alívio da dor e anestesia, se solicitar ao médico. Técnicas não medicamentosas de alívio das dores também podem ser usadas, como massagens e banho morno;
  2. Ter um acompanhante no quarto o tempo todo. “A presença de uma pessoa escolhida pela mulher diminui o tempo do trabalho de parto e até a dor, pois ela fica mais confiante”, garante Márcia Aquino;
  3. Liberdade de postura e poder caminhar durante o trabalho de parto;
  4. Ser informada com antecedência onde será realizado o parto e poder amamentar na primeira hora após o nascimento.

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