Glúten faz mal à saúde? Saiba mais sobre essa proteína!

Entenda a relação de benefícios e malefícios do glúten e saiba diferenciar quais alimentos possuem essas proteínas tão faladas!

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Foto: Shutterstock

por Redação Alto Astral
Publicado em 17/01/2017 às 13:24
Atualizado às 13:10

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“Algumas pessoas, que não são celíacas, parecem realmente se beneficiar com a retirada do glúten, sentindo-se menos inchadas e emagrecendo. É o que os especialistas no assunto chamam de sensibilidade ao glúten na ausência da doença celíaca”, afirma a nutricionista Carol Arbache. Porém, a dúvida que surge é: o glúten realmente faz mal e deve ser cortado completamente da alimentação? Entenda!

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O que é o glúten?

Muita gente não sabe o seu significado, embora pensem ser algo nocivo, uma vez que famosos e adeptos da boa forma física o dispensaram do cardápio afirmando o emagrecimento. “O glúten é a principal proteína presente no trigo, centeio, aveia, cevada e malte, que é um subproduto da cevada. Todos esses cereais são amplamente utilizados na composição de alimentos, medicamentos e bebidas industrializadas, assim como cosméticos e outros produtos não ingeríveis”, explica a nutricionista Clarissa Uezima. Se por um lado há quem diga ser melhor para a saúde uma alimentação com menos glúten, por outro há quem seja mais radical e proponha riscá-lo do cardápio de vez.

Quais os riscos de consumi-lo?

Segundo a nutricionista Carol Arbache, a retirada do glúten em si não traz nenhum prejuízo, já que ele é uma proteína de difícil digestão e está, na maioria das vezes, acompanhada de muito carboidrato. Na realidade, o papel do glúten é importante na panificação somente, pois ele dá elasticidade para as massas, tornando-as mais fofinhas e saborosas. Porém, a indústria e a culinária avançaram muito nos produtos sem essa substância, desenvolvendo receitas saborosas e com consistência e aparência muito boas.

De olho na balança

De acordo com Carol, o fato de cortar o glúten das refeições e a consequente perda de peso está diretamente relacionado às substituições que a pessoa terá de fazer para manter uma alimentação saudável e equilibrada. Ou seja, não adianta cortar a proteína e continuar comendo em excesso pães e massas que são ricos em carboidratos. Até mesmo a tapioca, alternativa ao pão tradicional, deve ser consumida com moderação.

Texto: Redação Alto Astral

Consultoria: Carol Arbache e Clarissa Uezima, nutricionistas

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