Berinjela e limão: descubra como a fibra desses alimentos pode ajudar na perda de peso!

Conte com a ajuda da berinjela, do limão e, principalmente, da fibra encontrada nesses alimentos, para reforçar a luta contra as gordurinhas!

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Foto: Shutterstock.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 17/05/2017 às 18:08
Atualizado às 18:08

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A fibra é a substância que o limão e a berinjela têm em comum para o emagrecimento. Em especial a pectina, substância aliada da dieta e reconhecida por mandar os quilos embora. As fibras, em geral, fazem parte da estrutura de frutas, verduras, legumes, cereais e hortaliças e não são digeridas pelo organismo. Por isso, conservam-se intactas no estômago, onde se ligam às moléculas de gordura, dificultando a sua absorção pelo organismo. Também prolongam a saciedade e seguem para o intestino, eliminando as toxinas pelas fezes, e ainda ajudam a regular o trânsito intestinal. Saiba mais sobre os superpoderes desta substância!

Raio X da fibra!

“Fibras são os carboidratos complexos de origem vegetal que não são digeridos no intestino humano”, detalha a nutricionista clínica funcional Luana Vasconcelos. Segundo ela, as fibras alimentares são classificadas de acordo com a sua capacidade para se dissolverem em água, portanto, são solúveis e insolúveis. “As pectinas, gomas, mucilagens, e algumas hemiceluloses dissolvem-se em água. Já a celulose, algumas hemiceluloses e a lignina não se dissolvem em água”, afirma. No dia a dia, é fundamental ter os dois tipos presentes na alimentação. “Pois, se consumirmos somente as insolúveis, teremos constipação, devido ao bolo alimentar muito sólido. Mas se ingerirmos apenas as solúveis, podemos deixar de absorver alguns nutrientes indispensáveis ao organismo”, explica médica ortomolecular Luciana Granja.

Berinjela, roxa, mesa

Foto: Shutterstock.com

Fibra solúvel

Em contato com a água no interior do estômago, a fibra solúvel se transforma em um gel, aumentando de volume e ocupando espaço no órgão. Sendo assim, retardam a digestão e o esvaziamento gástrico. Com isso, promove a sensação de saciedade por mais tempo e evita que você coma fora de hora!

Fibra insolúvel

Ela não absorve tanto a água na hora da digestão, mas são capazes de promover o aumento do bolo fecal e, consequentemente, estimular os movimentos peristálticos, acelerando o trânsito intestinal. São eliminadas praticamente intactas nas fezes.

Conserve-a!

O preparo dos alimentos tem total impacto na preservação da fibra. Isso porque o calor excessivo e demorado do cozimento manda embora pela água suas fibras e boa parte dos nutrientes. Portanto, dê preferência para o preparo no vapor ou cozinhe os vegetais “al dente”. Já no caso das frutas, prefira consumi-las inteiras, e quando fizer o suco, evite coar, pois a peneira acaba por ficar com grande parte desta substância. O liquidificador também deve ser evitado, pois tritura as fibras. “Ao acrescentar cereais integrais às vitaminas, por exemplo, não liquidifique demais, apenas alguns pulsos ajudam a proporcionar melhor mistura”, orienta a nutricionista Madalena Vallinoti. Outra dica é sempre apostar na versão integral dos alimentos. “Quando processados e refinados, os alimentos perdem cascas e películas onde se concentram as maiores quantidades de fibras”, afirma a profissional.

Limões, mesa

Foto: iStock.com/Getty Images

Emagrece sem esforço

Como são resistentes à digestão, as fibras alimentares garantem que o conteúdo do estômago seja digerido e esvaziado de forma mais lenta e, com isso, também liberam glicose para o sangue mais devagar, evitando os picos de insulina, que atuam na sensa- ção de fome. Esses benefícios contribuem em cheio para a perda de peso: você se sente saciada mais rápido, evitando exagerar nas refeições, e por mais tempo, controlando a fome fora de hora, e ainda evita os assaltos à geladeira, pois a insulina não sinaliza para o corpo que você está com fome. É por isso que as fibras não podem faltar no seu plano de emagrecimento.

Texto: Redação Alto Astral | Fonte: Tabela Brasileira de Composição de Alimentos – TACO, desenvolvida pelo Núcleo de Pesquisa em Alimentação, da Universidade Estadual de Campinas Consultoria: Luana Vasconcelos, nutricionista clínica funcional; Madalena Vallinoti, nutricionista; Luciana Granja, médica ortomolecular do Rio de Janeiro (RJ) 

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