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Fenômenos paranormais: quais são os mais comuns?

Conheça a lista das experiências paranormais que mais aparecem para serem estudadas e pesquisadas pelos especialistas em Parapsicologia

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FOTO: Shutterstock.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 23/11/2016 às 15:55
Atualizado às 15:04

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Não é tarefa das mais simples listar os fenômenos paranormais que mais aparecem para serem analisados nos estudos de Parapsicologia. Afinal, são muitas as experiências que podem fazer parte dessa categoria, e os estudiosos afirmam que não há um padrão nelas: tudo depende da pessoa e da manifestação que presenciou. Ainda assim, com a ajuda de alguns especialistas no assunto, elaboramos uma lista com alguns dos sinais mais comuns de paranormalidade entre as pessoas.

 Fenômenos paranormais: quais são os mais comuns?

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Fenômenos paranormais mais comuns

Esses são os relatos que mais aparecem para serem verificados pela Psicologia Anomalística. Será que você já passou por algumas dessas situações?

Sonhos premonitórios

Alucinações

Visões estranhas

– Sensações que parecem bastante certas a respeito de determinados assuntos, as clássicas intuições

Objetos que se movem, aparentemente, sozinhos em ambientes fechados

Luzes estranhas circulando no céu

Experiências fora do corpo

– Experiência de quase-morte

Paralisia corporal, após dormir ou logo ao acordar

– Presença de seres estranhos ao redor da cama

Abdução por alienígenas

– Performances pessoais muito acima do esperado (“fazer algo além da sua capacidade”)

O que fazer se passar por essa experiência?

Caso você tenha passado por alguma experiência que considere paranormal, não precisa se assustar ou entrar em desespero! “Quando a pessoa vive uma experiência que julga anômala ou paranormal, o mais comum é que comente com amigos ou procure por religiosos, uma vez que as religiões costumam oferecer uma explicação satisfatória à maioria das pessoas”, comenta Vanessa Corredato, mestre em Psicologia e pesquisadora na área de Psicologia Anomalística.

“Se o acontecimento foi apenas uma coisa curiosa para ela e que não muda em nada sua rotina, talvez ela nem veja sentido em procurar quem quer que seja”, reforça o também pesquisador Leonardo Martins. “Mas, se a experiência ainda gera ansiedade, medo, ideias meio paranoicas sobre a pessoa ser vigiada e perseguida por forças paranormais, então o auxílio de um psicólogo pode ser bastante útil – e esses profissionais estão cada vez mais sensíveis a esses temas, graças aos esforços da Psicologia Anomalística e de áreas afins”, finaliza o estudioso.

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CONSULTORIAS: Leonardo Martins, doutor em Psicologia Social, pesquisador na área de Psicologia Anomalística e membro do Laboratório de Psicologia Anomalística e Processos Psicossociais (Inter Psi) da Universidade de São Paulo (USP); Vanessa Corredato, mestre em psicologia e membro do Laboratório de Psicologia Anomalística e Processos Psicossociais (Inter Psi) da Universidade de São Paulo (USP).