Farinhas sem glúten para acabar com a barriga estufada

Parece complicado retirar o glúten da alimentação? Mostramos que não! Confira opções de farinhas sem glúten para inserir na dieta

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Foto: Shutterstock

por Redação Alto Astral
Publicado em 28/07/2016 às 18:52
Atualizado às 12:14

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Uma dieta livre de glúten ajuda a emagrecer e, em muitos casos, dá uma forcinha para combater a barriga estufada. Isso porque o glúten é umaproteína de difícil digestão, e, além disso, é matéria-prima de produtos altamente calóricos, como pães, massas e bolos. Alguns estudos sugerem que ele dificulta o uso da gordura pelo organismo como energia, contribuindo para o acúmulo de gordura na região da cintura. Confira algumas farinhas sem glúten que podem substituir a tradicional farinha de trigo nas receitas culinárias!

Farinha de mandioca

A farinha de mandioca costuma ser encontrada fina ou em flocos e pode ser usada no preparo de bolos, bolinhos e até de farofas, sendo outra importante fonte de carboidratos que pode ser consumida cozida ou assada. “A mandioca contém boas quantidades de magnésio, fósforo, potássio e cálcio, colaborando para a formação de ossos e de dentes”, detalha a nutricionista Greice Caroline Baggio. Outros subprodutos são o polvilho doce (também conhecido como fécula de mandioca) e o polvilho azedo.

Alimentos sem glúten

Foto: Shutterstock

Farinha de arroz

É a farinha sem glúten que mais substitui a farinha de trigo nas receitas, visto que garante a mesma textura e espessamento da massa, além de ter de 4 a 5 vezes menos gorduras totais do que a farinha de trigo: apenas 0,3 gramas por porção de 100 gramas da farinha de arroz contra 1,4 gramas na mesma porção de farinha de trigo. No entanto, prefira a versão de arroz integral, que possui mais nutrientes, como fibras e vitaminas do complexo B.

Farinha de grão-de-bico

O grão-de-bico contém o aminoácido triptofano, que participa da serotonina, hormônio responsável pela sensação de prazer, bem-estar e confiança. Portanto, o alimento afasta ansiedade e nervosismo, além de ajudar no controle do apetite e do sono. “Estudos demonstram que níveis normais de serotonina causam saciedade precoce e redução na necessidade de consumir açúcar, o que pode auxiliar a dieta”, alega Cintya Bassi, nutricionista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, de São Paulo. Como farinha, é rico em fibras, proteínas e minerais e pode ser consumida de diferentes maneiras, como no preparo de panquecas, hambúrguer, quiche, sopas e até para substituir a farinha de trigo em algumas receitas.

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Farinha de milho

“Fonte de carboidratos, o milho fornece energia, é rico em vitamina E e carotenoides, como a luteína e a zeaxantina, que protegem a saúde dos olhos”, revela a nutricionista Greice Caroline Baggio. No mercado, é possível encontrar farinha de milho amarelo e de milho branco, com sabor e textura mais suaves.

Consultoria: Karina Gouvêa, nutricionista especialista em obesidade e emagrecimento, de Vitória (ES), (27) 99225-2951; Greice Caroline Baggio, nutricionista de Bento Gonçalves (RS); Natália Colombo e Fernanda Granja, nutricionistas; Tamara Mazaracki, nutróloga e médica ortomolecular do Rio de Janeiro, RJ.

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