Experiências de Quase Morte: o que a ciência tem a dizer?

Um pesquisador inglês lidera pesquisas em laboratório sobre Experiências de Quase Morte e ressureição. Conheça as suas descobertas!

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FOTO: Shutterstock.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 03/01/2017 às 14:00
Atualizado às 16:36

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Em 2013, o cientista britânico Sam Parnia, responsável pela unidade de tratamento intensivo do hospital da Universidade de Stony Brook, nos EUA, ficou conhecido como “o homem que pode te trazer de volta à vida”. Isso porque o médico desenvolve pesquisas, desde 1997, em torno de técnicas de ressurreição e a respeito de Experiências de Quase Morte.

Experiências de Quase Morte: o que a ciência tem a dizer?

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Experiências de Quase Morte em laboratório

Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, em abril de 2013, o doutor relatou as experiências com pacientes que ficaram declarados como mortos por horas e voltaram à vida. “O maior tempo que eu conheço é o de uma menina japonesa que eu cito no livro”, declarou Sam para o jornal, “ela havia passado mais de três horas morta. E foi ressuscitada por seis horas. Depois, ela voltou à vida em perfeito estado e, segundo me disseram, recentemente, teve um bebê”, concluiu.

Ainda de acordo com o jornal, essa técnica do médico levou os pacientes do hospital da Universidade de Stony Brook ao índice de 33% de chance de resistir a paradas cardíacas – a média nos Estados Unidos é de 16%. Os procedimentos utilizados pelo médico são o resfriamento do corpo dos enfermos, visando manter alta a oxigenação no sangue enquanto o coração está parado – tudo com o objetivo de retardar a apoptose, ou a falência das células cerebrais enquanto falta o oxigênio.

Parnia também lidera uma equipe da Universidade de Southampton que estuda, especificamente, as Experiências de Quase Morte que, segundo ele, são “experiências de morte real”. Para o estudo, durante anos, o médico conversou com pacientes com o objetivo de descobrir o que eles lembram durante o período em que estavam mortos em sua unidade de terapia intensiva. Ainda de acordo com a entrevista ao The Guardian, cerca de metade desses pacientes afirma lembrar claramente de estar olhando para a equipe cirúrgica durante o trabalho em seu corpo ou para um limite claro ou túnel de luz, para a qual eles estavam sendo atraídos.

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Texto: Redação
Consultoria: Cirlei Gurgel, psicóloga, coordenadora de comunicação do Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC)

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