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Sem uma cura, a prevenção do Alzheimer e outras doenças neurodegenerativas é essencial. Para isso, estudos indicam que treinar o cérebro é a melhor solução
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Exercitar o cérebro ajuda a prevenir o Alzheimer

Sem uma cura, a prevenção do Alzheimer e outras doenças neurodegenerativas é essencial. Para isso, estudos indicam que treinar o cérebro é a melhor solução

Estimular o cérebro é coisa séria. Tanto que é capaz de prevenir e retardar o aparecimento de doenças neurodegenerativas. “É como se você estivesse preparando o seu cérebro para lidar com estressores. Dessa forma, você aumenta sua reserva cognitiva. O maior exemplo disso é o aparecimento mais precoce de Alzheimer quanto menor for a escolaridade do indivíduo”, destaca o geriatra Paulo Camiz.

Segundo um estudo publicado em 2007 pela Faculdade de Medicina Albert Einstein, nos Estados Unidos, para cada ano de educação formal, os sintomas de Alzheimer se atrasam em média 2,5 meses. A conclusão foi extraída de um estudo com 488 pessoas de idade avançada, das quais 117 posteriormente desenvolveram a doença.

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FOTO: Shutterstock.com

Já uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), divulgada em 2014, reafirmou a ideia de que doenças neurodegenerativas ligadas ao envelhecimento podem ser contornadas com o acesso à educação. Os cientistas brasileiros observaram que pessoas com maior grau de escolaridade tinham menor risco de desenvolver sintomas clínicos, como a perda de memória.

675 cérebros de indivíduos com mais de 50 anos foram analisados, e se observou o número de conexões dos neurônios, chamadas sinapses, resultados do que os pesquisadores chamam de reserva cognitiva. Essas conexões ampliam a possibilidade de contornar as lesões cerebrais, deixando o cérebro com mais plasticidade.

Mas como treinar o cérebro?

Essa tarefa é muito mais fácil do que você pensa, e pode ser realizada no dia a dia sem atrapalhar em nada sua rotina. Jogos divertidos, como sudoku, quebra-cabeça e outros que estimulam as funções cognitivas, leitura frequente e práticas que tiram o seu cérebro da mesmice do dia a dia. Para este último exemplo, contar degraus enquanto sobe uma escada ou realizar atividades com a mão que não está acostumada utilizar, como escovar os dentes, pode ser um bom começo.

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Texto e entrevista: Natália Negretti – Edição: Giovane Rocha/Colaborador

Consultoria: Paulo Camiz, geriatra e professor do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP)

 

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