Exercícios para o cérebro: conheça a ginástica cerebral!

O cérebro é formado por tecidos nervosos que, assim como aqueles que percorrem nossos corpos, devem ser exercitados para se manterem saudáveis.

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Foto: VisualHunt.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 07/04/2017 às 11:35
Atualizado às 13:41

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Você já se imaginou fazendo ginástica com sua mente? Como isso seria possível? O cérebro é formado por tecidos nervosos que, assim como aqueles que percorrem nossos corpos, devem ser exercitados para se manterem saudáveis. A ginástica cerebral passou a ser disseminada recentemente como forma de impedir que o órgão envelheça precocemente.

Por meio de exercícios que exigem raciocínio lógico e poder de associação, a neuróbica, assim como definida por Larry Katz, neurologista norte-americano e autor do livro Mantenha seu Cérebro Vivo, pode tirar seu cérebro do automático e torná-lo mais produtivo, evitando seu atrofiamento. As ações rotineiras realizadas pelo ser humano tendem a contribuir para que o cérebro entre na zona de conforto, a qual compromete sua potência, visto que as atividades são, dificilmente, realizadas de um modo diferente daquele imposto no cotidiano.

tronco de uma mulher que está sentada em uma mesa com cadernos e um copo

Foto: VisualHunt.com

Por isso, determinar pequenos desafios a si mesmo pode ser um bom exercício, como escovar os dentes com mão oposta àquela que, geralmente, é usada. Ou então, trocar de roupa com os olhos fechados. São essas ações incomuns que se constituem como atividades essenciais ao treinamento cerebral, mantendo-o jovem na medida que são realizadas com certa frequência.

Seguindo a definição de Geomacel de Carvalho, neurotrainer pertencente ao Supera – grupo criador de um método de ginástica cerebral – , essa prática envolve “toda atividade que estimula neurônios e ativa áreas distintas do cérebro, potencializando nossa capacidade de atenção, memória e raciocínio.” O profissional ainda acrescenta que “os exercícios tiram a mente da zona de conforto, ativando regiões do cérebro que ficam adormecidas quando permanecemos na rotina. Assim, são criadas novas conexões entre os neurônios, o que desenvolve as funções cognitivas, como concentração, foco, raciocínio, memória, criatividade…”

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Texto: Rafael de Toledo Edição: Angelo Matilha Cherubini

Consultoria: Geomacel de Carvalho, neurotrainer pertencente ao Supera

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