Oleosidade da pele pode causar excesso de cera no ouvido!

Você sabia que o excesso de cera no ouvido pode ter como uma das causas a oleosidade da pele? Entenda mais sobre essa relação a seguir!

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A otite precisa ser identificada e tratada pelo otorrinolaringologista. FOTO: Shutterstock.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 15/09/2017 às 11:00
Atualizado às 14:05

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Sensação de ouvido tampado e déficit de audição podem ser sinais de excesso de cera no ouvido. De forma súbita ou por alguma interferência externa, o problema causa incômodo e merece cuidado para não gerar consequências mais graves. O otorrinolaringologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Fernando Oto Balieiro, afirma que ainda não se sabe exatamente a razão de algumas pessoas produzirem mais cerume, mas existe uma associação entre essa quantidade e a pele oleosa. “Quem possui pele mais oleosa tende a ter uma produção de cera maior quando comparado a outras pessoas que não dispõem desta característica. É algo muito frequente”, explica. Apesar dessa correlação, Balieiro é enfático em dizer que não é possível assegurar que todos que possuem maior oleosidade terão esse problema.

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Para a correta higiene do ouvido, Balieiro recomenda somente água e sabão durante o banho, na parte externa. FOTO shutterstock.com

Alguns sinais também podem alertar para o excesso de cera no ouvido. Os primeiros sintomas são sempre a sensação de ouvido tampado e a surdez. De acordo com o otorrinolaringologista, isso é comum em quem tem uma rolha de cerume que pode estar fechando um ou dois condutos auditivos. Outra forma de acentuar este acúmulo está ligada a um velho costume: o uso da haste flexível. A retirada do cerume deve ser feita somente por um especialista e quando houver alguma queixa do paciente.

A ânsia de resolver o incômodo, manipulando ou pingando produtos no ouvido, pode ocasionar consequências mais graves. “É possível contrair uma otite externa, por exemplo,  uma infecção da pele do canal, ocasionada por um trauma, ou seja, um machucado, decorrente de alguma substância ou manipulação indevida”, reforça o médico.

Consultoria Fernando Oto Balieiro, otorrinolaringologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos

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