ESTILO DE VIDA

Descubra como o envelhecimento afeta o seu corpo

Por mais avanços que a ciência busque para impedir o envelhecimento, é impossível parar no tempo. Mas tem como driblar os sinais da idade!

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Foto: shutterstock

por Redação Alto Astral
Publicado em 30/11/2016 às 13:00
Atualizado às 12:50

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Não tem jeito, por mais esforços e avanços que a ciência alcance na busca por driblar o envelhecimento e a degradação do organismo ao longo do tempo, é impossível ser eterno – se é que de alguma forma esse sonho poderá se realizar. Embora a velhice chegue oficialmente aos 65 anos de idade, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), esse processo tem início a partir do momento que o indivíduo nasce e fica cada vez mais intenso a partir dos 30 anos. Na evolução natural da vida, algumas células param de se renovar e as demais funcionam com menos eficiência, razão pela qual a visão começa a falhar, os ossos enfraquecem, a gordura se acumula… Saiba por que isso e muito mais acontece, nesse contínuo movimento de transformação.

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Foto: iStock .com/Getty Images

Sinais do envelhecimento pelo corpo

Olhos: as letras dos livros começaram a embaralhar? Já na quarta década de vida isso pode acontecer em consequência da presbiopia, uma dificuldade em focalizar objetos próximos. Nada que o uso de óculos não resolva. Já o glaucoma e a degeneração macular não são corrigidos pelo acessório e devem ser prevenidos com idas regulares ao oftalmologista.

Sistema imunológico: os anticorpos, que antes protegiam o corpo de invasores estranhos, começam a agredir o próprio corpo, podendo afetar seriamente glândulas como a tireoide. Isso também faz com que as células tenham dificuldades para combater infecções e doenças. Uma rotina de atividades físicas ajuda a manter a imunidade com mais eficiência.

Rins e fígado: as funções renais e hepáticas são prejudicadas, dificultando que pessoas mais velhas eliminem medicamentos e toxinas do organismo. Assim, acabam ficando mais sujeitas a reações adversas.

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Foto: Shutterstock

Cérebro: a partir dos 40 anos, a comunicação entre os neurônios fica mais lenta, fazendo com que as respostas do cérebro para comandar o organismo demorem mais. Mas essa queda de velocidade não afeta a memória e nem tem a ver com doenças degenerativas.

Pele: as fibras de colágeno e de elastina, que dão sustentação e flexibilidade ao órgão, são substituídas por outras menos resistentes. A consequência é uma pele mais fina, frágil e fácil de enrugar. Hidratar bastante o corpo, ingerindo líquidos e usando cremes, além de protetores solares, ajuda e muito a retardar as marcas da idade.

Coração: os hábitos ruins de vida, como sedentarismo e consumo abusivo de gordura, fazem com que as artérias se estreitem, causando hipertensão e doenças cardiovasculares. A capacidade do órgão de bombear o sangue diminui diante de atividades que geram esforços.

Texto Redação Alto Astral

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