ESTILO DE VIDA

Depressão: meditação e acupuntura são terapias eficientes

Apesar do importante e necessário acompanhamento profissional constante, terapias alternativas são aliadas no tratamento da depressão

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Foto: Shutterstock Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 20/12/2016 às 12:54
Atualizado às 16:25

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A depressão é, sem dúvidas, uma doença que precisa de acompanhamento especializado. Apesar de o tratamento ser individualizado, é evidente que a intervenção à base de remédios é o mais difundido. Porém, esse não é o único método disponível. Nos últimos anos, pesquisas provaram que a meditação e a acupuntura também são eficazes no tratamento da depressão.

Depressão: meditação e acupuntura são terapias eficientes

Foto: Shutterstock Images

Meditação

Essa prática, além de ser eficiente no controle de outros distúrbios mentais, como a ansiedade e o estresse, vem se mostrando benéfica no auxílio do tratamento da depressão.

A meditação ajuda a pessoa a ter um maior controle sobre sua própria respiração, essencial para melhorar a oxigenação no cérebro e manter o bom funcionamento dos neurônios, dando mais força de vontade e foco para fazer as atividades diárias, além de clareza e atenção aos pensamentos.

Acupuntura

Parte da medicina tradicional chinesa, essa técnica busca, por meio da aplicação de agulhas na pele para o estímulo de vias nervosas específicas, promover a liberação de neurotransmissores, como a serotonina e a endorfina. Essas substâncias químicas têm diversas funções que ajudam a amenizar os sinais da depressão, como a própria regulação do humor, proporcionar sensações de relaxamento e combater dores.

Além dessa utilidade fisiológica, a acupuntura também pretende harmonizar e equilibrar as energias do corpo humano para, assim, desenvolver um melhor controle emocional. A professora de acupuntura Romana Souza Franco alerta que, “quando temos um desequilíbrio energético dos nossos órgãos e vísceras, as emoções agem como uma doença, provocando dores musculares, tensões, insônia, palpitações, e tantas manifestações emocionais que podem desencadear ansiedade, depressão e síndrome do pânico”.

A prática ainda prega, segundo a especialista, que há cinco emoções espalhadas em determinadas partes do corpo: medo (rins e bexiga); raiva (fígado e vesícula biliar); alegria (coração e intestino delgado); preocupação (baço e estômago); tristeza (pulmão e intestino grosso).

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Consultoria: Romana Souza Franco, professora de acupuntura do São Cristóvão Saúde, em São Paulo (SP).

Texto: Giovane Rocha/Colaborador – Entrevistas: Augusto Biason/Colaborador e Ricardo Piccinato – Edição: Augusto Biason/ Colaborador