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Cérebro: duas curiosidades comprovadas pela ciência

O cérebro intriga a ciência com os mistérios que ainda esconde. Mas fatos como a relação das atividades cerebrais com a música já foram comprovados

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FOTO: iStock.com/Getty Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 19/08/2016 às 19:02
Atualizado às 21:00

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A ciência trabalha para cada vez mais para confirmar algumas dúvidas que, eventualmente, surgem sobre o órgão mais importante do corpo humano: o cérebro. Confira as últimas descobertas de pesquisadores especialistas no assunto.

O cérebro feminino e masculino não possuem diferenças

Segundo um estudo realizado na Universidade de Tel Aviv, em Israel, não há provas de que exista um cérebro feminino e outro masculino, como mostravam teorias anteriores. A pesquisa, uma das maiores já feitas, comparou a anatomia de 1.400 cérebros de homens e mulheres. Em relação à matéria cinzenta, matéria branca, conexões neuronais e espessura do córtex cerebral, não há provas de que exista uma distinção do órgão.

No entanto, há evidências de que exista um mosaico cerebral, com elementos tanto femininos quanto masculinos. Ou seja, existem muitos tipos de cérebros, todos com mosaicos de características que o tornam únicos, algumas mais relacionadas às mulheres, algumas aos homens e outras que são comuns aos dois sexos.

menina ouvindo música - cérebro

FOTO: iStock.com/Getty Images

A relação entre o cérebro, música e dopamina

Uma pesquisa apresentada na versão online da revista científica Nature Neuroscience demonstrou que ouvir sua música preferida faz com que o cérebro humano libere dopamina, substância química responsável principalmente pela sensação de prazer e por influenciar os comandos cerebrais ligados às memórias.

Por meio de diagnóstico por imagens, os pesquisadores analisaram a liberação de dopamina e a atividade cerebral enquanto os 217 voluntários selecionados ouviam músicas diversas. O estudo foi realizado na Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, e comparou a sensação de ouvir música com a sensação de apreciar uma comida, fazer sexo ou até mesmo usar algum tipo de droga – demonstrando que pode ser uma prática relativamente viciante.

Os pesquisadores enfatizaram a importância da descoberta, pois foi provada a resposta do cérebro humano em relação a algo abstrato e estético, como a música.

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Texto: Jéssica Pirazza/Colaboradora – Edição: Giovane Rocha/Colaborador