Seu filho ronca? Veja se esse problema pode trazer algum risco!

As crianças roncarem é normal, mas, em alguns casos, é importante os pais prestarem mais atenção. Entenda até que ponto o ronco é comum!

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Foto: Shutter

por Redação Alto Astral
Publicado em 03/04/2017 às 09:04
Atualizado às 13:39

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As crianças também roncam, assim como os adultos e isso pode ser inofensivo. Porém, as que roncam com frequência e possuem algum problema respiratório precisam de uma atenção especial. Sabe porque? Elas apresentam um risco maior de desenvolver dificuldades de concentração e de aprendizagem. Saiba mais!

criança dormindo

Quando a criança sofre com algum problema respiratório, roncar pode ser preocupante Foto: Shutterstock.com

Um estudo mostra que muitos pais não estão conscientes dos possíveis riscos associados com o ronco frequente em crianças. “O ronco periódico em crianças não é incomum. Mas, quando se torna recorrente e a criança desenvolve apneia, a qualidade do sono é afetada. Isto, por sua vez, pode levar a problemas como cansaço diurno, falta de concentração, dificuldades de aprendizagem, enurese e atraso no crescimento”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski.

Pequena porcentagem

Um estudo sueco que buscou determinar a ocorrência do ronco e da apneia do sono em 1.300 crianças com idades entre 0 e 11 anos, descobriu que aproximadamente 5% das crianças examinadas roncavam várias vezes por semana. Apesar de ronco pronunciado, apenas um terço dessas tinha recebido ajuda médica para o seu problema.

Menos qualidade de vida

“Crianças que roncam muito, têm uma qualidade de vida reduzida, especialmente as que têm apneia do sono. O estudo mostra ainda que a consciência sobre os efeitos negativos dos distúrbios respiratórios, durante o sono, para a saúde das crianças é baixa e que a maioria dos pais não está ciente de que isso é algo que deve ser investigado e tratado. O resultado óbvio do estudo é que os pais precisam de mais informações”, conta o pediatra. A razão mais comum para esse problemas em crianças são as amígdalas aumentadas ou as adenoides. Nestes casos, pode ser curado ou reduzido com uma cirurgia.

Fonte: Moises Chencinski, pediatra e homeopata

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