Entenda quais são principais consequências da bulimia para a saúde

Conheça quais são as principais consequências da bulimia para a saúde, doença que muitas vezes é confundida com a anorexia!

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O problema pode parecer um distúrbio comum, mas suas consequências são graves e podem levar à morte. FOTO: Shutterstock.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 13/07/2017 às 09:00
Atualizado às 09:00

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A bulimia é um transtorno alimentar no qual existe uma obsessão pela magreza, ou seja, perder peso excessivamente e de maneira rápida. “Na bulimia está presente geralmente uma compulsão alimentar, quando grandes quantidades de alimentos são ingeridos e, a seguir, a pessoa sente culpa e busca eliminá-los por meio do vômito provocado, laxantes ou realizando atividades físicas excessivamente”, conta o psicólogo Roberto Debski. Saiba quais são as principais consequências da bulimia para a saúde e de que maneira a doença afeta o organismo!

Principais sintomas

Eles podem até ser parecidos com os da anorexia, por exemplo, o humor depressivo e a preocupação excessiva com o peso. Porém, existem algumas diferenças, como forçar a eliminação da comida por meio do vômito. Além disso, quem tem anorexia deixa de comer, ao contrário do bulímico, que se alimenta demasiadamente e, depois, fica com peso na consciência por conta do medo constante de engordar.

Como tratar

Assim como anorexia, a bulimia necessita de um tratamento multiprofissional realizado por uma equipe especializada. “O tratamento deve estar sempre associado a uma avaliação médica, psiquiátrica, psicológica e nutricional. Medicamentos serão utilizados de acordo com avaliação clínica e psiquiátrica e, a psicoterapia (de grupo, individual, de família), é muito importante para complementar o tratamento, além da orientação nutricional”, explica a psicóloga Luciana Kotaka

Como prevenir

A melhor prevenção vem por meio dos hábitos saudáveis, que devem ser seguidos por toda família. “Cuidar da alimentação sem exageros, praticar atividades físicas, cultivar uma ideia saudável de imagem corporal, que independe da silhueta ou peso, é a melhor recomendação”, aconselha Debski. Além disso, é importante ficar atento nas alterações comportamentais dos jovens.

Texto: Denis Eric/Colaborador | Consultoria: Luciana Kotaka, psicóloga; Roberto Debski, psicólogo

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