Universo da conquista: as dicas e os sinais que o próprio corpo envia na hora da paquera

Você já deve ter sentido mudanças repentinas no seu comportamento na hora da conquista. Entenda como e porque isso acontece!

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(Foto: Shutterstock)

por Redação Alto Astral
Publicado em 20/10/2017 às 11:43
Atualizado às 12:00

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Frio na barriga, mãos suando, coração acelerado, pupiladas dilatadas, dificuldade em juntar as palavras para falar algo, além da mudança no tom de voz. Esses são alguns dos diversos “sintomas” da atração, que variam de acordo com a intensidade do sentimento pelo próximo e de pessoa para pessoa. A paixão produz um significativo aumento do nível de dopamina no cérebro, hormônio responsável por proporcionar sensações de prazer, por isso nos sentimos bem quando, durante o processo de conquista, esse sentimento começa a brotar.

Mas, antes de pensar que alguém está totalmente na sua, é importante diferenciar gentileza de flerte. O psicólogo Leonardo Barros explica: “gentileza é educação, cordialidade e cortesia pura e simplesmente, enquanto que o flerte geralmente vem acompanhado de uma expressão diferenciada, onde o outro acaba tendo a percepção de algo mais”. Portanto, não confunda um simples gesto gentil com interesse afetivo.

Quando uma pessoa está interessada em outra, antes de dizer qualquer coisa verbalmente, o corpo passa, mesmo que inconscientemente, a enviar sinais. Homens e mulheres se comunicam de diversas formas, e o conteúdo verbal (as próprias palavras ditas), de acordo com Leonardo, significa apenas 7% disso. Além da fala, a comunicação é composta de 38% do modo como se fala e 55% é pura linguagem corporal.

A psicóloga e sexóloga Márcia Mathias lembra que hoje em dia, em muitos casos, a linguagem da sedução, além de ser verbal e gestual, também é digital. “A busca amorosa também está ocorrendo em sites de relacionamentos. O primeiro contato é feito através da foto para que surja o ‘like’, em seguida a comunicação por meio de mensagens digitais e, finalmente, o primeiro encontro, com toda a linguagem gestual”, completa a especialista.

Na hora da conquista

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