Vai às compras? Saiba gastar sem ficar no vermelho

Sair para fazer compras é necessário e, para muitos, até prazeroso. Porém, antes de gastar seu dinheiro, é necessário tomar alguns cuidados, veja como

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Foto: iStock.com/Getty Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 08/03/2017 às 08:48
Atualizado às 13:34

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Como ainda não inventaram uma árvore que gera dinheiro, é preciso tomar cuidado ao fazer compras para não cair na tentação de adquirir o que não precisa e gastar uma grana que não tem. Por isso, veja 3 dicas básicas para você conseguir comprar o que deseja sem acumular dívidas pelos meses à frente.

 mulher morena sacola compras

Foto: iStock.com/Getty Images

Compare os preços

Um levantamento feito pela Fundação Procon de São Paulo, no início de 2017, apontou uma diferença de mais de 450% nos preços de um mesmo item de material escolar na capital paulista. O que acontece com os produtos escolares pode ser uma realidade com outros artigos também. Por isso, a palavra de ordem é sempre pesquisar a melhor oferta e optar por aquela que mais se encaixa ao seu bolso. Com a internet, a comparação fica mais acessível ainda.

Prefira pagamentos à vista com desconto nas compras

Uma atitude que pode fazer você gastar mais do que recebe é recorrer frequentemente às compras a prazo, como usar cartão de crédito, cheque especial e carnês. Geralmente, optar pelo pagamento à vista acaba gerando descontos e, progressivamente, pode fazer uma boa diferença nos bolsos.

Cuidado com o cartão de crédito

Está aí um personagem que divide opiniões: o cartão de crédito pode ser a salvação para alguns e um verdadeiro vilão para outros. Quem o usa com controle, dentro das suas possibilidades financeiras e quita a fatura mensalmente, consegue se beneficiar de suas vantagens – programas de fidelidade e pontos, por exemplo.

“No entanto, aqueles que adotam o cartão de crédito como meio de financiamento de seus gastos, sem possuir a capacidade de liquidação da fatura integralmente, acaba se vendo em maus lençóis, pois as taxas de juros cobradas são proibitivas e estão chegando a faixa de 500% ao ano”, explica o especialista em finanças Alexandre Prado.

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Texto e entrevista: Augusto Biason/Colaborador – Edição: Giovane Rocha/Colaborador

Consultoria: Alexandre Prado, especialista em finanças

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