Colesterol: confira qual o nível ideal e descubra como está o seu!

Quer saber como anda a sua saúde? A matéria te ensina como medir os níveis de colesterol. Fique por dentro e mantenha alguns cuidados!

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Foto Shutterstock.com

por Redação Alto Astral
Publicado em 21/12/2016 às 13:04
Atualizado às 16:30

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Para saber o seu nível de colesterol, é preciso realizar um exame de sangue. O ideal é fazê-lo regularmente, pelo menos uma vez ao ano, a partir dos 20 anos. O paciente deve estar em jejum por pelo menos oito horas. Além do colesterol total, também é importante checar o LDL, HDL e triglicérides. O resultado é dado em miligramas de colesterol por decilitro de sangue (mg/dl).

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Colesterol total*

240mg/dl ou acimaElevado: os riscos de desenvolver problemas cardiovasculares aumentam bastante e é preciso verificar com o médico as medidas a serem tomadas.

200mg/dl a 239mg/dl – Limite: a faixa é intermediária, ou seja, já começa a apresentar perigos. Geralmente, cuidar da dieta e praticar exercícios físicos nessa fase já ajuda a reduzir as taxas.

Menor que 200mg/dl – Desejado: é o ideal, que indica o nível sob controle.

LDL (Colesterol ruim)

160mg/dl ou acima – Elevado: necessita de tratamento adequado.

130 a 159mg/dl – Limite: ponto de atenção.

100md/dl a 129mg/dl – Aceitável: as taxas entre esses valores não são motivos de grande preocupação para quem é saudável, mas o ideal é modificar os hábitos.

Menor que 100mg/dl – Desejado: ideal para pessoas saudáveis, que não apresentam fatores de risco. Quem já sofreu infarto ou foi diagnosticado com alguma doença cardiovascular deve ficar especialmente atento ao nível de LDL. Alguns cardiologistas recomendam que ele esteja menor do que 70mg/dL.

HDL (Colesterol bom)

Acima de 60mg/dl – Desejado Normal: acima de 40mg/dl para homens e acima de 50mg/dl para as mulheres.

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Remédio

Quando mudanças de hábitos não são suficientes para controlar o colesterol, há a intervenção de medicamentos. O efeito de cada droga depende do tratamento. “Quando o colesterol está relacionado com a genética, normalmente, é indicado medicamento para ajudar no controle, mas quando a origem é resultado de maus hábitos alimentares, deve-se corrigir a causa modificando esse hábito, uma vez que todos os medicamentos têm seus efeitos adversos e não tratam a causa do problema”, destaca a nutricionista Catarina Quirino de Freitas Stocco.

Texto Redação Alto Astral / Consultoria Catarina Quirino de Freitas Stocco, nutricionista

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