Multitarefas: veja como desenvolver o cérebro sem desgastes

Quem não gostaria de pensar e fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo? Veja como conquistar um cérebro multitarefas de forma saudável

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FOTO: iStock.com/Getty Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 19/10/2016 às 15:03
Atualizado às 11:45

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Embora a possibilidade de realizar multitarefas seja atraente, é necessário ter um equilíbrio para que o cérebro não sobrecarregue, podendo causar estresse e até mesmo a diminuição das capacidades cognitivas. Segundo a especialista em medicina chinesa Márcia Yamamura, “a era da tecnologia é um momento yang, rápido, veloz, expansivo, mas que para estar em equilíbrio precisa do yin, devagar, ponderado, para dar a base e a sustentação para as novas informações”.

O excesso de informações pode fazer com que o cérebro se distraia com mais facilidade, ou seja, que a atenção diminua. Por isso, é necessário prestar atenção às atividades para que o foco em cada uma delas não seja comprometido. Incluir atividades para relaxar o cérebro é importante para quem deseja ter uma mente multitarefas e saudável. Confira algumas opções:

Pratique meditação

A técnica visa diminuir a intensidade dos pensamentos até o mínimo possível, chegando muito próximo do pensar em nada. Isso produz uma profilaxia mental, servindo para a manutenção cerebral depois do desgaste da multitarefa.

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FOTO: iStock.com/Getty Images

Realize atividades únicas

Fazer uma atividade específica que gosta, como ir ao cinema, jogar um game, praticar um esporte ou qualquer outra atividade em que se tenha prazer e facilidade ajuda na manutenção de um corpo e mente saudáveis.

Conheça a prática do mindfulness

Esta técnica tem como objetivo focar a mente em algo especifico, o que serve de um contraponto interessante à multitarefa. Ao realizá-la, o indivíduo consegue um equilíbrio mental, oferecendo à mente a possibilidade de manter a habilidade de ter foco também bastante ativa.

Em contraponto ao desenvolvimento da capacidade multitarefas, a habilidade pode ser comprometida por vários fatores, desde doenças, como Alzheimer, depressão e ansiedade até o uso de medicamentos, estado emocional e grau de sonolência, por exemplo. “Nestes casos, é necessário identificar a causa e atuar sobre ela, para depois observar a melhora da capacidade de concentração em multitarefas no dia a dia”, destaca o professor de neurologia Victor Fiorini.

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Texto e entrevistas: Jéssica Pirazza/Colaboradora – Edição: Giovane Rocha/Colaborador

Consultorias: Márcia Lika Yamamura, médica especializada em medicina chinesa; Victor Celso Cenciper Fiorini, professor de neurologia do curso de medicina do Centro Universitário São Camilo, em São Paulo (SP)