Entenda como a linguagem corporal pode te ajudar a causar uma boa impressão!

Entre posturas, falas, trejeitos e receios, todos nós desejamos que os outros tenham uma boa impressão sobre nós. Mas nem sempre a tarefa é fácil!

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(Foto: Pixabay)

por Redação Alto Astral
Publicado em 12/10/2017 às 17:40
Atualizado às 12:16

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Quando você conversa com uma pessoa, você não está falando somente com a boca dela, mas também com todo o corpo. Essa ciência, conhecida como quinésica, estuda o significado de toda a linguagem corporal, os gestos e os movimentos de acordo com cada situação. Você pode falar bem, ter ótimas ideias, ser elogiado constantemente pelos seus atos e projetos, causar uma boa impressão, mas tem uma coisa simples que pode prejudicar tudo isso de uma vez só: o seu próprio corpo.

A postura que o corpo adquire ao falar com os outros tem muito significado, mais do que se possa imaginar. A grande maioria das decisões tomadas se baseia em impressões passadas pelas pessoas. Afinal, conforme já prega o ditado popular, na maioria das vezes, a primeira impressão é a que fica. “Logo no primeiro olhar, mapeamos características faciais e tendemos a julgar e atribuir outros valores e questões sociais, tais como honestidade, autoridade e atração”, esclarece Gaya Machado, coach especialista em psicologia positiva.

Entre as maneiras mais eficientes para causar uma boa impressão destacam-se: sorrir no primeiro contato e lembrar-se do nome das pessoas. “À primeira vista pode parecer algo simplista, mas, quando você sorri no primeiro contato, mostra-se mais acessível e aberto à interação. E, chamar o outro pelo nome demonstra uma atenção especial, uma vez que passa a ideia de que você reconhece que ele é único”, entende Gaya.

O que torna uma pessoa desagradável

Para os especialistas, uma postura voltada para o próprio ego “mata” qualquer boa impressão. “Pessoas que não valorizam a sua história e talentos, e que não têm a empatia de dialogar e reconhecer o contexto em que estão inseridas, provavelmente não criarão marcas memoráveis”, afirma o coach de gestão nas organizações, André Dametto.

“Uma pessoa passa a ser desagradável quando monopoliza o diálogo ou a conversa entre o grupo, tentando forçar uma imagem que gostaria que tivessem dela, passando a linha limite e criando até repudio ou indiferença das pessoas”, analisa o psicanalista Paulo Paiva.

Nem sempre o indivíduo percebe que está sendo desagradável, pois, normalmente, não olha para o seu próprio comportamento. Obviamente todos têm o seu momento, mas aquele alguém inconveniente traz consigo essa característica de personalidade que acaba por afastar a todos.

Refazer a primeira impressão

Apesar de todos os seres humanos serem livres para ter sua própria personalidade, passar uma melhor impressão a quem o rodeia e melhorar sua reputação pode ser útil na formação de redes de contato, na carreira e na socialização. “Passar uma boa impressão é a fórmula do sucesso. Quanto mais as pessoas falarem sobre você, mais possibilidade você terá de conhecer novas pessoas, e com isso, se aproximar mais de seus objetivos e garantir o sucesso”, resume Paulo Paiva.

Quando se percebe que a ideia inicial apresentada não foi aquela pretendida, seja por nervosismo ou por toda pressão em volta da boa imagem, é preciso calma para, então, encontrar maneiras que garantam equilíbrio em uma segunda chance para mostrar o equívoco do primeiro encontro.

Texto: Nathália Piccoli / Colaboradora |Consultorias: André Dametto, coach de gestão nas organizações Goya Machado, coach especialista em psicologia positiva; Paulo Paiva, psicanalista.

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