ESTILO DE VIDA

Saiba mais sobre a origem do café, sua história e composição nutricional

Conheça melhor as propriedades do café e o quanto ele deve ser ingerido para melhorar a memória, sem prejudicar o intestino ou dar insônia

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Foto: iStock

por Redação Alto Astral
Publicado em 15/12/2016 às 13:33
Atualizado às 12:58

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Pausa para o café? Claro que sim! Quem é que nunca repôs as energias com uma paradinha rápida para apreciar a xícara de sabor e aroma inconfundíveis? O café tem, além de o poder de proporcionar bons momentos de aconchego e ótimas conversas durante o trabalho ou uma tarde em família, o papel de trazer ânimo e disposição para quem o consome. Mas será que você já sabe tudo sobre ele?

Xícara de café expresso

Foto: iStock

Diz a lenda…

Por ser muito antiga, a história do café não é confirmada. No entanto, o que se sabe é que há milhares de anos (no século 9), um pastor de cabras de origem etíope observou que seus animais ficavam muito mais animados depois de mastigarem os grãos de uma certa plantação. Aliás, ele acreditava que esse era o único motivo pelo qual elas aguentavam longas jornadas que tinham que percorrer.

Por conta disso, o próprio pastor, que se chamava Kaldi, passou a tomar uma poção feita de café, confirmando que a substância tinha realmente poderes energéticos. A partir daí, dados apontam que, no século 15, monges Sufi do Yemen também passaram a consumir a bebida, a fim de se manterem bem acordados durante as orações. E foi assim que as casas de café se popularizaram, passando a serem comuns pela Arábia, Índia, Europa e, atualmente, em todo o mundo!

Características que marcam

Não há outra bebida igual: os apreciadores do café têm, em uma única xícara, sabor, energia, aroma, minerais, antioxidantes, ácidos anticancerígenos e outra série de substâncias capazes de trazer melhorias incríveis ao organismo. “De um modo geral, o café favorece a saúde, pois possui propriedades antioxidantes e benefícios nutricionais que podem turbinar o organismo!”, explica a professora de Medicina da Universidade Anhembi Morumbi (SP), Silvana Vertematti.

Além disso, a profissional também explica que o grão pode favorecer a ausência de doenças neurodegenetativas ao longo da vida, problemas esses que, além do fator hereditário, podem ter o estresse excessivo como causa. “Existem muitos estudos que demonstram que pessoas que consomem quantidades adequadas de café apresentam risco reduzido para algumas doenças sérias como Alzheimer, Parkinson, diabetes tipo II, doenças do fígado, depressão, AVC e até alguns tipos de câncer”, frisa.

Tudo o que é demais…

Sim, pode fazer mal. Com o café, infelizmente, não é diferente. A quantia diária recomendada pelos especialistas não deve ser descartada. Afinal, alguns problemas de saúde podem estar relacionados ao excesso de cafeína no organismo. Por isso, se não quer se prejudicar com as doses de cafezinho, aposte na moderação para consumi-lo sem medo! “Há estudiosos que garantem que ele traz benefícios para a saúde, auxiliando no aumento da atenção e do foco das pessoas. No entanto, de acordo com a dosagem, ele pode desencadear alguns problemas, entre eles distúrbios gastrointestinais, insônia e também problemas cardiovasculares”, esclarece a nutricionista da Apetit Serviços de Alimentação, Gisele Venturoso.

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