Bíblia: conheça a história do livro mais importante para os cristãos!

Qual a importância da Bíblia? E a diferença entre o Novo e o Velho Testamento? Conheça a história por trás do livro mais importante para os cristãos!

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por Redação Alto Astral
Publicado em 09/01/2017 às 12:46
Atualizado às 16:51

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Quando o assunto é a Bíblia, não demora muito para que uma série de associações seja feita entre aqueles que falam e ouvem sobre ela: lembramos da existência de um Deus, da Igreja, de padres e bispos e até de conflitos e guerras sangrentos. Porém, é inevitável que fique implícito que ela é o livro base de uma das religiões mais conhecidas no mundo: o Cristianismo.

Vale lembrar que o conhecimento sobre essa religião só se tornou ainda mais enfático com o nascimento de Jesus Cristo e sua resistência às práticas autoritárias do Império Romano, iniciativa que serviu de lição para os futuros fiéis.

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Antes de Jesus, a Bíblia já existia para os judeus que se baseavam nas escrituras do Velho Testamento. Mas com suas ações e ensinamentos de paz difundidos ao longo de sua vida, o livro sagrado reconheceu sua história e ganhou ainda mais representação.

O livro e a organização da religião

É o Novo Testamento da Bíblia composto por 27 livros que legitima o Cristianismo à medida que foi sendo difundido.

Primeiro, aqueles que acreditavam veemente em Jesus como o filho de Deus – acima de qualquer autoridade política na Terra – foram perseguidos pelo Império Romano, pois confrontavam com os ideais de um império divino centrado na figura do imperador. Os cristãos negavam isso e travaram um embaraço que estimulou a necessidade de organizar uma estrutura mais consistente entre esses fiéis.

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Para isso, foram convocadas as pessoas mais velhas e experientes na fé para ajudar na maturidade espiritual dos novos adeptos. Encarregados de auxiliarem os irmãos nas localidades que residiam – sem os dominarem pelo uso da força – eles eram conhecidos como presbíteros, ajudando os outros a crescerem espiritualmente.

Em seguida, num plano regional maior, surgiram os bispos que supervisionavam as atividades dos religiosos em regiões menores. Todos eles exerciam atividades coordenadas por um único líder em Roma– o papa.

Ao resistir aos imperadores, o Cristianismo, mesmo sendo visto como seita pelas autoridades, ganhou destaque, sobretudo entre os mais pobres e excluídos como os escravos da sociedade. A adesão desse grupo à religião era – em números – bastante significativa e denotava também o consolo para a situação miserável. Era a religião a esperança de salvação e quebra do vínculo com um cenário de abusos.

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Texto: Redação Alto Astral  Edição: Nathália Piccoli

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