O beabá da babá: saiba qual o papel dela e qual o da mãe na vida da criança

Para ter uma ajudante perfeita em casa e uma relação sem problemas, é fundamental saber qual o papel da babá e qual o da mãe

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Foto: iStock.com/Getty Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 06/07/2017 às 17:04
Atualizado às 13:40

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Ao contrário do que muitos pensam, uma boa babá não é aquela que faz tudo para a criança ou que age como mãe, mas a que serve de apoio para os pais, auxiliando-os a serem o que é fundamental: pais.

Auxiliar ideal

“O papel da babá deve ser o de apoio. Ela prepara o banho para a mãe dar o banho. Ela prepara a comida, a mãe alimenta, e assim por diante. Ela deveria assumir as tarefas apenas na ausência da mãe. Mas não é o que acontece normalmente. Ela se torna responsável por todas as tarefas de cuidado da criança”, afirma Roberta Palermo, terapeuta familiar e autora do livro Babá/Mãe: Manual de instruções, da Editora Mescla Editorial.

Quase mãe?

Quando a babá assume todas as tarefas que dizem respeito aos filhos, como alimentar, trocar de roupa e dar banho, pode ser prejudicial para a criança e para a família, que diminui sua convivência e, consequentemente, os vínculos.

Regras da casa

Um ponto importante é a mãe deixar claro para a babá qual é a rotina dos filhos e quais as regras que deve seguir na sua casa. “O papel dela é cuidar da criança, seguindo as regras que a mãe indicar”, explica Roberta.

Babá educa?

Sim, ela pode ajudar na educação das crianças, inclusive dando broncas, se necessário, mas não deve bater nelas. “Ela deve dizer as mesmas coisas que a mãe diria em situações semelhantes, que ela já tenha presenciado. Nunca deve ameaçar os pequenos ou mentir para eles. Se tiver dúvida e não souber como agir em uma situação, deve conversar com a mãe em outro momento para, juntas, decidirem como agir”, aconselha.

Como encontrar uma?

“O ideal é que ela seja indicada por uma amiga ou familiares da mãe ou de um funcionário de confiança. Caso não seja possível, há excelentes agências que indicam profissionais de confiança”, finaliza a autora.

Texto: Redação Alto Astral | Consultoria: Roberta Palermo, terapeuta familiar

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