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O que é autodidatismo? Veja dicas para estimular o aprendizado

O autodidatismo pode ser desenvolvido se incentivado da forma correta no processo educativo. Confira algumas dicas para estimular essa capacidade

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FOTO: Shutterstock Images

por Redação Alto Astral
Publicado em 24/08/2016 às 19:03
Atualizado às 20:59

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Uma das vertentes da neuroaprendizagem preza pela busca do conhecimento de forma autônoma. “A técnica revela um grande potencial humano pouco explorado na educação brasileira que é o autodidatismo. Englobando outras ciências cognitivas, como a neurociência e a programação neurolinguística, ela nos mostra o quão capazes somos de aprender sem a necessidade de professores”, define o neurolinguista Victor Patrick Teixeira.

Como exemplo, o especialista cita a capacidade dos jovens atuais em desenvolver habilidades com as novas tecnologias, alcançando uma relativa independência, através do uso da internet, no desenvolvimento intelectual. “Portanto, é de suma importância que sejam bem orientadas e estimuladas pelos pais e educadores ao autodidatismo com sabedoria para que possam se desenvolver mantendo-se a qualidade de vida”.

professora pensando - autodidatismo

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8 dicas para desenvolver sua aprendizagem

1. Ative a neuroplasticidade: a plasticidade cerebral é a habilidade que nosso órgão possui em estar sempre em desenvolvimento. Buscando novos aprendizados e realizando tarefas mais difíceis, essa capacidade é ativada, proporcionando um ganho na capacidade cognitiva.

2. Aprofunde seu conhecimento: leu um termo, uma ideia ou um conceito novo? Procure seu significado e divulgue-o aos amigos, realizando debates e troca de informações.

3. Equilibre suas emoções: a aprendizagem, quando aliada a atividades prazerosas, ocorre de forma muito mais tranquila.

4. Pratique atividades físicas: realizar práticas esportivas favorece a liberação de neurotransmissores que dão uma ajuda e tanto no processo de aprendizagem.

5.  Associe tudo: para ajudar nossa memória, uma técnica recomendada é associar o novo aprendizado com algo já conhecido. Assim, o raciocínio flui de maneira adequada.

6.  Permaneça em grupo: nosso cérebro tem um caráter, digamos, social. Ao entrar em “contato” com outros cérebros, ele se desenvolve melhor, modificando-se estruturalmente por meio da experiência.

7.  Leia: muitos especialistas insistem que a prática da leitura é uma das melhores e mais estimulantes atividades para o cérebro, pois mantém a memória fortalecida e promove o desenvolvimento cognitivo.

8. Saia da mesmice: aulas dinâmicas e transversais, que integrem diversas áreas do conhecimento, geram benefícios na aprendizagem. Um exemplo prático dessa abordagem são as gincanas pedagógicas realizadas nas escolas.

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Texto: Augusto Biason/Colaborador – Edição: Giovane Rocha/Colaborador

Entrevista: Victor Santos – Consultoria: Victor Patrick S. Teixeira, neurolinguista e especialista em neuroaprendizagem