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Pesquisa recente aponta que o Alzheimer, em idosos, pode ser o responsável por casos de desnutrição. Saiba o porquê nas linhas a seguir!
- Foto: Shutterstock.com

Alzheimer causa desnutrição? Segundo pesquisa, sim

Pesquisa recente aponta que o Alzheimer, em idosos, pode ser o responsável por casos de desnutrição. Saiba o porquê nas linhas a seguir!

Alzheimer pode estar ligado a um maior risco de desnutrição em idosos. Isso porque pesquisadores do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), de Ribeirão Preto (SP), apontaram que cerca de 26% dos portadores da doença contam com uma dificuldade maior em degustar os alimentos e, com a ausência do paladar normal, a desnutrição pode se instalar.

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Shutterstock

Entenda a pesquisa

Para tal constatação, 130 pessoas – com e sem a doença (em seus diferentes estágios) – foram avaliadas. Após 12 meses, os resultados iniciais mostraram que a parte do paladar responsável pelo sabor salgado foi afetada desde o estágio inicial do problema, enquanto a do doce e do amargo se alteraram com a evolução da doença.

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Os estágios da doença

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1º estágio: o paciente passa a sentir uma drástica diminuição na memória curta, que executa as funções mais comuns da rotina. Guardar objetos em lugares inusitados, deixar de alimentar os animais de estimação, esquecer as portas abertas, além de dificuldades ao cozinhar e dirigir são alguns sintomas. “O paciente se lembra bem do passado, mas apresenta evidente dificuldade em memorizar coisas mais atuais. Fica esquecido, repetitivo, deixa de cumprir compromissos e, aos poucos, vai perdendo sua segurança e independência”, exemplifica o neurologista LeandroTeles.

2º estágio: neste caso, o quadro começa a se agravar. Falar repetidamente as mesmas coisas, dificuldade para reconhecer pessoas que antes eram próximas, alucinações, insônia, incontinência urinária e alterações súbitas de personalidade marcam essa fase. “Podem surgir alterações comportamentais, como apatia ou agressividade, perda progressiva de autonomia, dificuldades de cálculo e linguagem, além de dificuldade mesmo com memórias antigas, já consolidadas”, conta Teles.

3º estágio: com o grande esquecimento das funções cognitivas e motoras, a pessoa já não passa a agir como antes. As incontinências urinárias e fecais se agravam, além de as refeições já não poderem ser feitas sem ajuda e supervisão. A fala deixa de ser executada, além de aparecerem úlceras e demais infecções em diferentes áreas do corpo. “Existe a completa incapacidade para realizar as atividades como escovar dentes, tomar banho e cuidar de si próprio”, comenta o neurologista Flávio Sekeff Sallem.

4º estágio: também conhecido como terminal, nessa fase a devastação no cérebro já é o suficiente para fazer com que o corpo não execute nenhuma de suas funções como deveria. É uma junção potencializada de todos os sintomas anteriores. “Com a progressão surgem sintomas motores como engasgos, perda de equilíbrio, coordenação e força muscular. O paciente evolui para franca deterioração neurológica global, ficando restrito à cadeira de rodas e, posteriormente, à cama, geralmente em posição fetal”, finaliza Teles.

 

Consultoria Leandro Teles e Flávio Sekeff Sallem, neurologistas

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